Voluntários argentinos ajudam caminhoneiros parados pela nevasca com doações de alimentos e refeições. | Foto: Rogério Ferri/Especial/CP
Voluntários argentinos ajudam caminhoneiros parados pela nevasca com doações de alimentos e refeições. | Foto: Rogério Ferri/Especial/CP

MORADOR DE OSÓRIO VIVE DRAMA HÁ 20 DIAS EM NEVASCA NA ARGENTINA

Há quase 20 dias, o caminhoneiro Rogério Ferri, morador de Osório, enfrenta o drama de estar parado em meio a uma nevasca nas proximidades da fronteira entre Argentina e Chile, nos pés da Cordilheira dos Andes.

Ele segue parado com seu caminhão enquanto aguarda a melhora nas condições de trafegabilidade na região para seguir viagem até Santiago, a capital chilena.

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Em maio, Ferri ficou preso em meio às enchentes que devastaram parte do Rio Grande do Sul.

Desde o início do mês, Ferri está “preso” em uma estrada entre Mendoza, na Argentina, e a capital chilena.

O ponto fica nos pés da Cordilheira dos Andes, que passa por um momento de nevasca. Apesar da condição desfavorável na estrada, ele celebra a melhora no tempo na região. No momento, faltam 250 km até o seu destino no Chile.

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Assim como nas enchentes, ele depende da ajuda de voluntários para se manter no local, enquanto não pode seguir viagem. Segundo Ferri, algumas pessoas vão até o local para doar alimentos e comida pronta. Entretanto, ainda assim o frio surge como um obstáculo a ser vencido. Isso porque, um colega de profissão brasileiro, natural de Santa Catarina, veio a falecer depois de ficar dias internado com pneumonia em um hospital local.

Em maio, Ferri ficou parado por dias no Vale do Taquari, depois de cruzar a cidade de Lajeado pela BR-386 e não conseguir retornar para o Litoral Norte. Na oportunidade, ele e outros caminhoneiros conseguiram abrigo em um restaurante de Marques de Souza. “O dono foi um pai para nós. Cedeu tudo o que tinha de comida, então fiquei lá de segunda a domingo, mais ou menos, quando começou a liberar as pistas”, detalhou.

Nos dias seguintes, ele realizou a mesma viagem que está tentando seguir no momento, até a capital chilena.

Dias depois, ele cruzou a Argentina, chegou a Santiago e retornou ao RS. Desta vez, na segunda viagem em menos de 60 dias, não teve a mesma sorte. “As viagens são assim. Tem viagem de 25 dias, outras de 35, 40 dias, mas eu já tive viagem que levou 52 dias”, finalizou.

Fonte: Correio do Povo

 

Lucas Filho

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