Instituição é referência em educação ambiental e divulgação científica. (Foto: Lucas Morates/Ceclimar-UFRGS)
Instituição é referência em educação ambiental e divulgação científica. (Foto: Lucas Morates/Ceclimar-UFRGS)

Nova exposição marca reabertura do Museu de Ciências Naturais da UFRGS em Imbé

Localizado em Imbé (Litoral Norte gaúcho), o Museu de Ciências Naturais da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Mucin/UFRGS) reabriu nessa sexta-feira (2) as suas portas ao público.

A instituição – referência em educação ambiental e divulgação científica – havia permanecido fechada durante um mês, para manutenção técnica e montagem de uma nova exposição temporária.

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O Mucin integra o Centro de Estudos Costeiros, Limnológicos e Marinhos (Ceclimar) e, desde a sua inauguração (em 1983), atua em pautas relacionadas a questões como biodiversidade e a conservação dos ecossistemas, principalmente costeiros e marinhos, consolidando-se como elo entre a produção acadêmica da UFRGS e a comunidade.

De acordo com a coordenação do museu, o espaço reflete uma busca constante por renovação de acervo e linguagem para atrair novos públicos e manter o estímulo à reflexão sobre o papel do ser humano como parte integrante da natureza.

 

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Exposição

De terça a sexta-feira (8h30min-11h30min e 14h-17h), além de sábado (14h30min-17h30min), os visitantes podem conferir uma mostra, de longa duração, que contextualiza a biodiversidade do Litoral Norte e as relações entre os seres que ali interagem.

Os ingressos custam R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia-entrada). Têm direito à gratuidade idosos, crianças de até 6 anos e pessoas com deficiência. Endereço: Avenida Tramandaí nº 976.

O destaque da temporada é o Refúgio de Vida Silvestre Ilha dos Lobos, localizada em Torres (também no Litoral Norte) e que explora a importância estratégica dessa unidade de conservação como área vital de descanso, alimentação e reprodução para diversas espécies.

Com 143 hectares, trata-se da menor unidade federal de conservação no País – a Ilha não comporta vegetação, pois é totalmente formada de rochas, sendo a única reserva natural brasileira com presença regular de leões-marinhos e lobos-marinhos.

Em outubro, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) regulamentou a visitação ao refúgio para atividades de ecoturismo e educação ambiental.

O acesso é gratuito, mas exige agendamento prévio pelo site oficial do ICMBio.

O processo inclui o preenchimento de dados pessoais e a assinatura de um Termo de Reconhecimento de Riscos. Após ter o termo preenchido, a reserva é confirmada.

Essa medida visa garantir a segurança dos participantes e o monitoramento das atividades pela equipe técnica da unidade. É possível acessar o guia do visitante da Ilha dos Lobos e o sistema de agendamento por meio do site icmbio.gov.br.

 

(Marcello Campos)

 

osul.com.br

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