Mais de 600 casos de lesões por água-viva são registrados em intervalo de 24 horas no Litoral Norte

Água-viva na areia de Capão da Canoa, no Litoral Norte. Lauro Alves / Agencia RBS

Desde o início da Operação Verão, já foram informadas cerca 8,3 mil situações com os animais.

Entre a segunda (8) e a terça-feira (9), 631 casos de lesões por queimaduras de águas-vivas foram registrados no Litoral Norte pelos guarda-vidas.

Desde o início da Operação Verão, no final do mês de dezembro do ano passado, já foram informados cerca 8,3 mil casos de lesões por água-viva.

O número é pouco inferior ao contabilizado no mesmo período da operação da temporada anterior, quando foram 8,6 mil ocorrências.

A praia que mais registrou crescimento de casos foi Tramandaí. Até segunda-feira, dados da Operação Verão informavam 35 ocorrências.

No final da terça, este número saltou para 228, ou seja, foram 193 lesões confirmadas em um dia.

Outra praia que registrou aumento expressivo dos casos de queimaduras por água-viva foi Capão da Canoa. Em 24 horas, 83 pessoas buscaram auxílio junto aos guarda-vidas em função do animal.

Conforme o Corpo de Bombeiros, o número expressivo de casos em períodos curtos é comum no litoral.

O aumento da temperatura da água e a incidência da luz solar no oceano estão entre os fatores que contribuem para a reprodução do animal.

Ao ter contato com os tentáculos da água-viva, a principal orientação é não lavar o ferimento com água corrente, e usar vinagre para acalmar a dor da lesão.

 

gauchazh.clicrbs.com.br

 

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