Chuvas no RS provocam corrida a supermercados e alguns itens somem das prateleiras

Itens como água e pão já estão escassos em alguns estabelecimentos, em razão da procura fora do comum nessa sexta-feira. (Foto: Reprodução)

A persistência das chuvas fortes provocou uma corrida aos supermercados em cidades do Rio Grande do Sul nessa sexta-feira (3).

Devido à alta procura, alguns itens básicos sumiram das prateleiras, mesmo não havendo alerta para desabastecimento.

Um morador de São Leopoldo, na região metropolitana de Porto Alegre, relatou não ter encontrado água mineral nem ovos quando foi às compras no início da tarde.

A cidade não está entre as mais impactadas pelas chuvas, mas bloqueios em estradas geraram temor em parte da população.

“O mercado estava cheio e havia muita tensão, as pessoas agitadas e os funcionários correndo pra reabastecer. Mas algumas coisas chegaram a faltar”, disse. Ele contou ainda que havia clientes com até quatro carrinhos cheios de compras no local.

Cenário parecido podia ser observado em supermercados da capital gaúcha, conforme publicações em redes sociais.

No X (antigo Twitter), se acumulam reclamações sobre lotação e falta de alguns produtos nos mercados de Porto Alegre. Fotos e vídeos mostravam longas filas para os caixas.

De acordo com a Defesa Civil estadual, cerca de 350 mil pessoas foram afetadas pela sequência de temporais que já atinge mais de 200 municípios gaúchos nesta semana.

O órgão afirma que os estoques de alimentos, água e outros itens essenciais são suficientes para atender momentaneamente às necessidades dos municípios afetados, e pede doações de itens como colchões, cobertores e roupa de cama e banho.

 

Abastecimento

A Associação Gaúcha de Supermercados (Agas) informou que há situações regionalizadas e cidades isoladas, mas no momento em que começarem a ser desobstruídas as vias de acesso, o problema será amenizado.

“Nós ainda estamos preocupados em preservar as vidas, estamos ansiosos em ver que as pessoas todas estejam seguras quanto à alimentação. Realmente, desabastecimento geral não existe esse problema. Existe, sim, uma questão logística que no momento em que se desobstruírem alguns acessos a situação está normalizada”, afirmou o presidente da Agas, Antônio Cesa Longo.

Ele projeta uma quantidade maior de acessos normalizados na segunda-feira (6). Por outro lado, lembra que muitas pontes foram levadas pelas enxurradas e há problemas de comunicação por celular em algumas localidades isoladas.

“Os frigoríficos, muitos estão com problemas de produção, de abate e logística, e no hortifruti existem caminhões carregados para entregar nos supermercados, mas não conseguem chegar. Então vamos ver, cada dia vai ter uma novidade”, complementou.

 

osul.com.br

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