Ceasa transfere operações para Gravataí a partir de Quarta-feira

Águas chegaram a 1,60 m no complexo da Ceasa, no bairro Anchieta, em Porto Alegre, no domingo, dia 4 de maio | Foto: Ceasa / Divulgação / CP

Companhia terá instalações provisórias em estacionamento de centro de distribuição das Farmácias São João.

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Depois de interromper atividades nesta segunda-feira, dia 6, em razão de alagamento, a Centrais de Abastecimento do Rio Grande do Sul (Ceasa) informou, no início da noite, a transferência provisória das operações comerciais para o estacionamento de centro de distribuição das Farmácias São João, no km 80 da Freeway, em Gravataí. A operacao será realizada de segunda a sexta-feira, das 12h30 às 18h.

De acordo com a Secretaria de Desenvolvimento Rural, o local escolhido oferece localização estratégica, com fácil acesso pela Freeway, BR-118, região de Taquara e Litoral, garantindo uma logística eficiente. A infraestrutura para as operações será garantida pela Ceasa/RS, que providenciará os recursos necessários, incluindo iluminação através de geradores e acesso à internet.

A rede de farmácias fornecerá energia elétrica. Aproximadamente R$ 300 mil serão investidos pela Ceasa nos próximos 15 dias nas instalações temporárias.

A interrupção das atividades da Ceasa ocorreu depois de a água interromper as principais vias de acesso à cidade e atingir o complexo da companhia, no bairro Anchieta, em Porto Alegre.

A água chegou a 1,60 m de altura no domingo, de acordo com o presidente da Ceasa, Carlos Siegel de Souza, na tarde deste domingo. “Por motivo de segurança e visando preservar a vida, que é o mais importante, qualquer acesso ao complexo está proibido até que as águas baixem”, informa a Ceasa.

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A mesma água que inundou o complexo da Ceasa varreu hortas e pomares. Além dos produtos que estavam por colher, as cheias também deixaram um rastro de destruição na qualidade da terra para novos cultivos.

“Vai ter desabastecimento com certeza. Vai faltar hortifrutigranjeiros”, alerta o presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag-RS), Carlos Joel da Silva.

A preocupação estende-se também para uma possível falta de leite para os consumidores.
“Teremos problemas porque não temos estrada para captar o leite que está sendo produzido e nem para chegar leite de fora. Vai ter alta de preço nos supermercados”, assegura ele.

 

Correio do Povo

 

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