Humanização no atendimento impacta diretamente a saúde e o bem-estar dos pacientes

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Coordenadora do curso Técnico em Enfermagem do Senac Tramandaí explica o papel dos profissionais responsáveis por garantir cuidado.

A humanização no atendimento em saúde é um fator importante na recuperação dos pacientes, especialmente na atuação dos técnicos em enfermagem, profissionais que acompanham toda a jornada dentro das instituições de saúde.

Responsável pelo atendimento desde a chegada até a alta hospitalar, é esse profissional quem está presente na rotina do paciente, garantindo um cuidado contínuo e qualificado.

Esse contato direto contribui para a construção de confiança, favorece a adesão ao tratamento e pode impactar positivamente na recuperação. “É ele quem acolhe, escuta, avalia, orienta e realiza procedimentos técnicos com o objetivo de promover, proteger, recuperar ou reabilitar a saúde”, explica a coordenadora do curso Técnico em Enfermagem do Senac Tramandaí, Daniela Franzen Vigano.

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A relação terapêutica, baseada em empatia e escuta ativa, também ajuda a identificar necessidades que vão além dos aspectos clínicos, reduzindo a ansiedade do paciente.

“A empatia na área da saúde não é apenas um gesto de gentileza, mas uma ferramenta clínica. Ao criar um ambiente seguro e de confiança, o profissional melhora os desfechos clínicos e acelera a reabilitação do paciente”, afirma Daniela.

O cuidado contínuo transforma a experiência em uma jornada de acolhimento, segurança e dignidade. “A humanização suaviza o sofrimento, valoriza o ser humano em sua totalidade e promove uma experiência de saúde mais positiva e eficaz”, conta a coordenadora.

O curso técnico em enfermagem do Senac Tramandaí aborda a humanização do cuidado de forma estruturada e obrigatória, não só como conteúdo teórico, mas como competência essencial para a prática profissional.

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A formação é influenciada por diretrizes do sistema de saúde brasileiro, especialmente a Política Nacional de Humanização, que incentiva práticas mais humanas no atendimento, para que ele seja mais respeitoso, ético e centrado na pessoa, não só na doença.

Nesse contexto, a capacitação dos profissionais garante um atendimento mais humano ao transformar a cultura organizacional e desenvolver competências comportamentais essenciais, como empatia, escuta ativa e inteligência emocional.

“Esse processo vai além de ensinar procedimentos técnicos. Ele prepara a equipe para lidar com as emoções, vulnerabilidades e necessidades individuais de cada paciente, resultando em interações mais acolhedoras e resolutivas”, conclui Daniela.

 

 

Senac Tramandaí

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