Uma piranha foi pescada por um pescador local nesta segunda-feira (16), no arroio que liga a Lagoa dos Barros, em Osório.
O ponto onde o animal foi capturado é conhecido como “sangradouro”, local tradicionalmente utilizado por pescadores da região.
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De acordo com informações de biologos, o peixe pertence à espécie palometa, uma variedade de piranha que, apesar da fama, não oferece riscos diretos aos seres humanos.
No entanto, especialistas alertam que se trata de uma espécie predadora, com potencial de causar impactos significativos sobre a fauna aquática local.
Esta não é a primeira vez que exemplares da espécie são registrados na região.
A ocorrência recorrente tem levantado preocupações entre pescadores e ambientalistas. Uma das hipóteses para a presença da palometa é o aumento do nível da água causado pelas fortes chuvas dos últimos dias, que pode ter provocado a interligação de arroios e facilitado a dispersão da espécie para novas áreas.
A palometa é um peixe piscívoro e apresenta comportamento agressivo, o que pode resultar na redução de populações de espécies nativas.
Além do impacto ambiental, a presença da piranha pode gerar prejuízos econômicos para pescadores artesanais, que dependem da pesca tradicional para subsistência, e também afetar atividades de recreação e turismo na região.
Órgãos ambientais devem acompanhar a situação para avaliar possíveis medidas de monitoramento e manejo, a fim de evitar desequilíbrios no ecossistema e proteger as espécies nativas da Lagoa dos Barros e seus afluentes.
Lucas Filho















