O motorista, Dener Laurito dos Santos (52 anos), motorista da carreta que foi atravessada no Rodoanel Mário Covas, no último dia 12/11 (quarta-feira), confessou à Polícia Civil que inventou toda a história.
Ele admitiu que não houve sequestro.
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Ele mesmo fabricou a “bomba” falsa (um simulacro feito com garrafas d’água, latas de aerossol e papel alumínio) e se amarrou dentro da cabine.
O motivo?
Em depoimento, ele alegou que queria “chamar a atenção para a categoria” dos caminhoneiros (vale lembrar que a polícia também tenha citado comportamento desconexo e possível surto psicológico).
Ele parou o caminhão propositalmente, jogou uma pedra no próprio para-brisas para simular um ataque e acionou a polícia.
Diante da confissão e as inconsistências encontradas pela perícia (como o fato de ele ter uma das mãos livres e não haver sinais de outros criminosos), o desfecho jurídico foi concluido.
Dener foi indiciado por falsa comunicação de crime (Artigo 340 do Código Penal).
A polícia ainda investiga se ele teve ajuda de terceiros ou se agiu totalmente sozinho, além de aguardar exames toxicológicos.
OCORRÊNCIA
No dia 12 de novembro de 2025, o Rodoanel Mário Covas foi fechado por cerca de 5 horas na altura do km 43, mas proximidades de Itapecerica da Serra, interior de São Paulo.
O GATE (Grupo de Ações Táticas Especiais) foi acionado com robôs e trajes antibombas, tratando o caso como terrorismo ou sequestro com refém, gerando um congestionamento gigantesco.
DETALHES!
A carreta pertencia a uma transportadora e retornava do Peru.
Curiosamente, ela havia ido ao exterior levar uma carga real de explosivos, mas voltava vazia.
O fato de o caminhão ser homologado para transporte de explosivos aumentou a tensão inicial.
#vinaradioativa
Fonte G1












