Enfermeira que realizou procedimento é alvo de inquérito na Delegacia de Homicídios.
Enfermeira que realizou procedimento é alvo de inquérito na Delegacia de Homicídios.

Paciente morreu após transfusão de sangue no Hospital Universitário de Santa Maria

Hospital de Santa Maria classificou morte de paciente após transfusão de sangue como “erro grotesco”, diz Polícia.

Enfermeira que realizou procedimento é alvo de inquérito na Delegacia de Homicídios.

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Erro grotesco. Conforme a Polícia Civil, essa expressão consta no prontuário médico de uma paciente que morreu no Hospital Universitário de Santa Maria, em 7 de agosto.

Ela teria recebido uma transfusão sanguínea incompatível com seu tipo de sangue.

A vítima tinha 59 anos e, no dia 5 agosto, havia se internado para dar continuidade ao tratamento oncológico que fazia há mais de um ano. Por falta de leitos, estava em um corredor.

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Os policiais não descartam que ela tenha sido confundida com outra paciente que, de fato, deveria passar por transfusão de sangue.

Uma mulher de 33 anos, enfermeira da instituição, é apontada como suspeita. A profissional decidiu permanecer em silêncio durante interrogatório na Delegacia de Homicídios (DHPP) de Santa Maria, que investiga o caso.

De acordo com o delegado titular, Adriano de Rossi, o tipo sanguíneo da paciente era O, mas ela recebeu uma bolsa de sangue do tipo AB. Poucos minutos depois, apresentou sintomas de taquicardia e falta de ar.

Chegou a ser socorrida na UTI, mas não resistiu. Uma filha da vítima presenciou tudo e decidiu procurar as autoridades.

“A equipe do hospital classificou o episódio como “erro grotesco”. Os médicos escreveram isso no prontuário da vítima. A paciente estava ali para tratar um câncer e foi surpreendida com essa transfusão de sangue. Ela chegou a questionar o procedimento, mas a enfermeira insistiu que havia uma prescrição para tal. A vítima eventualmente cedeu ao argumento da profissional”, afirmou o delegado Adriano de Rossi.

O titular da DHPP de Santa Maria acrescentou que a enfermeira é a única investigada no inquérito, mas também disse que as oitivas com o corpo clínico do hospital ainda estão em andamento. A vítima teve o cadáver encaminhado para necropsia, ainda sem resultado.

Se o exame apontar que a morte foi consequência direta da transfusão de sangue, o fato será tratado como homicídio culposo. Caso o laudo não indique relação do procedimento com o óbito, será apurada a responsabilidade administrativa do hospital.

 

Leia a nota do Husm

O Hospital Universitário de Santa Maria (HUSM) informa que instaurou processo interno para apurar as circunstâncias que levaram ao falecimento de uma paciente na manhã de 07/08.

O HUSM permanece colaborando com as autoridades competentes e se solidariza com os familiares, reafirmando seu compromisso com a vida, a dignidade humana e a segurança assistencial.

 

Correio do Povo

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