Exames conduzidos pelo Instituto-Geral de Perícias (IGP) confirmaram as suspeitas da Polícia Civil: de que há resíduos de arsênio na urina do marido e do filho de Deise Moura dos Anjos.
Deise está presa por suspeita de matar quatro pessoas da família envenenadas.
INFORME PUBLICITÁRIO
Corretor Fortes – O Seu corretor de Imóveis do Litoral e Serra Gaúcha
Encontre seu próximo imóveI em nosso Instagram
Acesse clicando na imagem.
As informações foram divulgadas pelo colunista Humberto Trezzi, do portal GZH, que apurou o resultado dos exames junto a três fontes diferentes do Ministério da Agricultura.
O IGP enviou as amostras para um laboratório da pasta.
A Polícia Civil havia solicitado a realização dos exames após Diego, marido de Deise, relatar ter tido intoxicação alimentar em outubro do ano passado.
Ele ainda contou que, dois meses depois, voltou a passar mal, desta vez junto do filho, de 10 anos, após ambos tomarem suco de manga.
Assim, Deise se torna suspeita de ter envenenado não apenas os familiares que comeram o bolo envenenado com arsênio na confraternização de Natal do último ano, mas também o próprio marido e filho.
Vale lembrar, que na lista de vítimas de Deise, também está o sogro dela, Paulo Luiz dos Anjos, que morreu em setembro do ano passado por intoxicação alimentar, e teve o corpo exumado após o episódio do bolo, que deixou três mortos.
Os testes também confirmaram que Paulo ingeriu arsênio antes de morrer.
O IGP ainda deve realizar exames nas garrafas de água levadas por Deise para a sogra, Zeli dos Anjos, enquanto ela estava internada após ingerir o bolo envenenado.
A perícia encontrou diversas pesquisas por “venenos para matar humanos” e “arsênio” no celular de Deise. As buscas foram feitas antes das mortes aconteceram. Ela ainda adquiriu o veneno em pó em compras online.
Para o subchefe da Polícia Civil gaúcha, delegado Heraldo Guerreiro, Deise é uma assassina em série, e “provavelmente não sairá da cadeia nesta vida”. Além de quatro homicídios, ela deve responder por seis tentativas de assassinato.
michelteixeira.com.br












