Sindicatos representantes de autoescolas protestam em Porto Alegre contra o fim da obrigatoriedade de aulas para CNH

Representantes da categoria entregaram manifesto na Assembleia Legislativa e Casa Civil.

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Dezenas de representantes de autoescolas da região Metropolitana de Porto Alegre e Serra fizeram uma manifestação na manhã desta quinta-feira, Dia Nacional do Instrutor de Trânsito, com carreata a partir do Laçador até a Praça da Matriz, na Capital.

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Em seguida, eles foram à Assembleia Legislativa, onde entregaram um documento à deputada estadual Laura Sito, da Mesa Diretora da Casa, e ao Palácio Piratini, onde se reuniram com a Casa Civil do governo do Estado.

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Eles manifestam contrariedade ao projeto de lei do Ministério dos Transportes que desobriga aulas em autoescolas para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), exigindo apenas o exame prático.

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O assunto está em consulta pública, válido até o próximo dia 2 de novembro. Intitulado “Manifesto em Defesa da Vida, do Trânsito Seguro e dos Empregos”, assinado pelo Fórum das Centrais Sindicais do RS, o material afirma que nove mil trabalhadores com emprego formal serão diretamente atingidos no Rio Grande do Sul, caso a medida seja aprovada.

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O tema une o Sindicato dos Empregados de Agentes Autônomos no Comércio do Estado do RS (Seeacom), representante dos trabalhadores, e patronal, o Sindicato dos Centros de Formação de Condutores do RS (SindiCFC/RS).

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“No formato que o ministério está querendo implantar, vai atingir duramente aqui no RS. Sabemos que tem de haver mudanças, que o valor da CNH é alto, mas não podemos de uma hora para outra tirar todas as aulas, teóricas e práticas. A educação para o trânsito será praticamente extinta”, disse o presidente do Seeacom, André Fonseca da Silva.

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O Seaacom, sindicato que representa os trabalhadores de Auto Escolas (CFCs), realiza carreata contra a proposta do Ministério dos Transportes de tornar facultativa a formação de condutores de veículos pelos CFCs e reunem com a deputada estadual Laura Sito, da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do RS (ALRS)

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O Seaacom, sindicato que representa os trabalhadores de Auto Escolas (CFCs), realiza carreata contra a proposta do Ministério dos Transportes de tornar facultativa a formação de condutores de veículos pelos CFCs e reunem com a deputada estadual Laura Sito, da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do RS (ALRS)

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Camila Cunha

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O presidente do SindiCFC/RS, Vilnei Sessim, acrescentou que a proposta é um “retrocesso” e uma “grande falha do governo”. “O conhecimento sobre a condução é adquirido realmente durante as aulas, e acredito que a habilitação vem em três fases. Uma delas é ter o documento, o segundo é aprender a dirigir, e o terceiro é o aprendizado do comportamento no trânsito”, comentou ele. Ainda segundo Sessim, “não existe um CFC que seja uma grande empresa”, ou seja, o projeto deverá prejudicar somente pequenos empresários, salientou.

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Já Laura, ao final da reunião na Assembleia, disse que o importante é a abertura de um canal de diálogo entre a categoria e o Legislativo. “Temos um desafio muito grande do ponto de vista do desenvolvimento do Brasil, de modernizar o processo, baratear o custo e sem colocar em risco a vida da população. Obviamente, não podemos retroceder nos avanços do Código de Trânsito Brasileiro, que garantiu vidas, e faz com que tenhamos um dos sistemas mais avançados do mundo. Este é um debate nacional, mas somos solidários ao tema, e queremos estabelecer uma mesa de mediação”, afirmou ela.

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https://twitter.com/i/status/1978846515868131465

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O que dizem ministério e DetranRS

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De acordo com o ministro dos Transportes, Renan Filho, o modelo atual é “excludente, caro e demorado, impedindo milhões de pessoas de terem acesso à habilitação”, com potencial de redução no valor para obtenção da CNH, que pode cair em até 80% para as categorias A e B.

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Procurado, o DetranRS disse em nota que “reconhece a importância da modernização e da desburocratização dos serviços públicos, mas reforça que eventuais mudanças devem preservar o caráter pedagógico e social do processo, garantindo qualidade, padronização e responsabilidade na formação”.

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Disse ainda que “defende a manutenção de empresas credenciadas ao Detran, assegurando supervisão pedagógica, rastreabilidade e segurança viária”.

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Leia nota completa do DetranRSNOTA À IMPRENSA

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O DETRAN/RS, instituição comprometida com a segurança viária e a valorização da vida, contribui com Consulta Publica apresentadas pela Secretaria Nacional de Trânsito (SENATRAN) para a reestruturação da formação de condutores no País, com o seguinte posicionamento:

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O órgão reconhece a importância da modernização e da desburocratização dos serviços públicos, mas reforça que eventuais mudanças devem preservar o caráter pedagógico e social do processo, garantindo qualidade, padronização e responsabilidade na formação.

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O DETRAN/RS defende a manutenção de empresas credenciadas ao Detran, assegurando supervisão pedagógica, rastreabilidade e segurança viária.

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Por fim, o órgão reafirma que a Carteira Nacional de Habilitação deve ser compreendida não apenas como um documento, mas como um certificado de preparo e respeito à vida, resultado de um processo formativo sólido e responsável.

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Direção-Geral do DETRAN/RS

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Departamento Estadual de Trânsito do Rio Grande do Sul

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Correio do Povo

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