Secretaria de Saúde planeja abertura de até 500 leitos clínicos em diferentes regiões do RS

Vagas precisam ser reguladas e dependem de financiamento federal.

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Medida tem como objetivo reforçar o atendimento pelo SUS nos hospitais que receberam pacientes transferidos de instituições impactadas pelas enchentes.

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Para reforçar o atendimento nos hospitais que receberam novos pacientes devido às enchentes, a Secretaria Estadual de Saúde (SES) está organizando a abertura de até 500 leitos clínicos em diversas regiões do Rio Grande do Sul.

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De acordo com a pasta, essas vagas já estão disponíveis em diferentes instituições gaúchas, mas precisam ser devidamente reguladas para que possam ser acessadas.

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Além disso, são necessários recursos federais para financiar esse funcionamento.

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A abertura de até 400 novos leitos foi anunciada pela SES na última terça-feira (14), mas a diretora do Departamento de Gestão da Atenção Especializada da pasta, Lisiane Fagundes, afirma que já se fala em 500 vagas espalhadas por todo o Estado, não apenas na Região Metropolitana.

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— Haverá ampliação em hospitais do Norte, do Sul, da Serra, dos Vales e da Região Metropolitana. São leitos que estão prontos, disponíveis para a acessar a qualquer momento. Mas não basta estar disponível, tem que ter regulação para acesso — explica, ressaltando que a Central Estadual de Regulação de Leitos identifica os hospitais com vagas e os pacientes que precisam de internação, fazendo uma ponte entre ambos.

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Além da regulação, é necessário que o governo federal envie recursos para financiar esses leitos. Conforme Lisiane, o assunto já vem sendo tema de conversas com o Ministério da Saúde e há uma expectativa de que o financiamento seja aprovado.

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— Os leitos precisam de financiamento do governo federal, mas já estão disponíveis e vamos utilizá-los independentemente do financiamento. A nossa prioridade é atender o paciente, então enquanto não houver financiamento, vamos dar um jeito quando for necessário — destaca.

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A medida tem como objetivo reforçar o atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS) nos hospitais que precisaram receber pacientes que estavam internados em instituições impactadas pelas enchentes. Como exemplo, a diretora cita o Hospital de Pronto Socorro de Canoas, que foi bastante atingido e precisou transferir seus atendidos para o Hospital Universitário, no mesmo município.

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— O hospital que precisa transferir cadastra os pacientes e a regulação habilita esses leitos em outros hospitais. Mas pode ter uma situação mais urgente, como em São José do Norte, que tivemos risco de inundação e imediatamente transferimos 25 pacientes — relata.

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Haverá ampliação de leitos clínicos em cidades como Porto Alegre, Garibaldi, Sapiranga, Farroupilha, Cachoeirinha, Dois Irmãos, Rio Pardo, Canoas, Portão, entre outras. As vagas são destinadas a pacientes de menor complexidade, que representam grande parte dos internados, segundo a diretora.

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Lisiane recorda que a mesma medida foi adotada durante a pandemia de covid-19, quando o Estado abriu mais de mil leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) — que recebem pacientes críticos, com risco de agravamento de quadro e morte. Vagas desse tipo não são necessárias neste momento, mas a diretora afirma que essa abertura também poderá ser avaliada em situações emergenciais.

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gauchazh.clicrbs.com.br

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