Rio Ibirapuitã e Rio Santa Maria tem nível acima da cota de alerta no RS

Monitoramento indica tendência de elevação dos rios da Bacia do Rio Uruguai.

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Na área da Bacia do Rio Uruguai, inserida na região oeste do Rio Grande do Sul, os rios seguem com níveis elevados após chuvas na região.

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No município de Rosário do Sul, a cota do Rio Santa Maria chegou a 7,31 m, nesta segunda-feira, a marca está acima da cota de inundação na cidade (6,5 m), mas com tendência de declínio.

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Em Alegrete, o Rio Ibirapuitã atingiu a cota de 9,4 m, acima do nível de alerta e próximo da cota de inundação (9,70 m). As informações constam no boletim de alerta hidrológico divulgado pelo Serviço Geológico do Brasil (SGB).

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“Esse cenário é resultado das chuvas que ocorreram na região, na semana anterior: entre os dias 23 e 26 de setembro, foram registradas precipitações acumuladas de 162,2 mm em Dom Pedrito e 109 mm em Rosário do Sul. Nesta região da Bacia do Rio Uruguai, as respostas são mais lentas do que em outros pontos do estado, então leva um tempo para que os rios apresentem a elevação dos níveis”, explica a pesquisadora do SGB Camila Mattiuzi.

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A pesquisadora acrescenta: “Para esta semana, os institutos de meteorologia apontam que há previsão de chuva no RS, então permanecemos enviando boletins de previsão dos níveis e monitoramento das chuvas e dos níveis na Bacia do Rio Uruguai até que a situação normalize”.

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Desde sexta-feira, o SGB iniciou o envio de boletins através do Sistema de Alerta Hidrológico da Bacia do Rio Uruguai devido à elevação dos níveis dos rios.

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Os boletins do SGB apresentam o monitoramento e as previsões de níveis dos rios para as próximas horas, além de informações sobre as chuvas. Com este instrumento, o Serviço Geológico do Brasil auxilia defesas civis e órgãos municipais nas atividades de prevenção e apoio às populações afetadas por inundações.

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O monitoramento dos rios é realizado a partir de estações telemétricas e convencionais, que fazem parte da Rede Hidrometeorológica Nacional (RHN), coordenada pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA).

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O SGB opera cerca de 80% das estações, gerando informações que apoiam os sistemas de prevenção de desastres, a gestão dos recursos hídricos e pesquisas.

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As informações coletadas por equipamentos automáticos, ou a partir da observação por réguas linimétricas e pluviômetros, são disponibilizadas na plataforma SACE.

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