Quem era o piloto do RS que morreu após helicóptero cair em fazenda no Maranhão

Acidente aconteceu nesta terça-feira (2), em uma fazenda no Maranhão. José Rondinelle da Encarnação Rodrigues, piloto da aeronave, estava sozinho no momento da queda.

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O piloto morto na manhã desta terça-feira (2) em uma fazenda em Santa Luzia, no Maranhão, foi identificado como José Rondinelle da Encarnação Rodrigues, de 43 anos, natural de Miraguaí, na Região Norte do Rio Grande do Sul.

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Ele estava sozinho no helicóptero e morreu durante a queda, que aconteceu por volta das 11h da manhã.

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Rondinelle era o dono da aeronave e o único tripulante no momento da queda. Ele prestava serviço de pulverização para uma fazenda quando aconteceu o acidente.

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A aeronave pegou fogo e o piloto morreu no local.

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Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), a aeronave estava com a operação negada e com o certificado de aeronavegabilidade suspenso e vencido desde agosto de 2020. Saiba mais abaixo.

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Durante o voo, Rondinelle levava galões de combustível na aeronave para reabastecimento em pleno voo. Durante o voo, o helicóptero passou por duas panes: uma por falta de combustível e outra por perda de potência, que foi solucionada pelo próprio piloto com uma limpeza do filtro de combustível.

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De acordo com o Corpo de Bombeiros, o local onde aconteceu o acidente é uma área alagada, de difícil acesso e com pouca comunicação.

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Equipes do Centro Tático Aéreo e do Instituto Médico Legal foram ao local para investigar as causas do acidente e fazer o resgate do corpo.

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A Polícia Civil do Maranhão apurou que ele e um filho dele, de 18 anos, estavam na fazenda onde aconteceu o acidente desde o dia 22 de dezembro.

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O corpo de Rondinelle e os destroços do helicóptero foram encontrados pelo filho do piloto e por funcionários da fazenda a cerca de 3 km da sede.

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Certificado suspenso

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De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), a aeronave de prefixo PT-YGI, fabricada em 1998, pertencia ao piloto José Rondinelle da Encarnação e estava com a operação negada para táxi aéreo.

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Além disso, o Certificado de Aeronavegabilidade do helicóptero estava suspenso e vencido desde agosto de 2020. O documento que é emitido pela ANAC comprova que a aeronave estava em condições de operar com segurança.

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Por meio de nota, a Força Aérea Brasileira (FAB) informou que o Primeiro Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SERIPA I), órgão regional do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA) , foi acionado para realizar a Ação Inicial da ocorrência envolvendo a aeronave de matrícula PT-YGI.

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O órgão destacou que, na Ação Inicial são feitas "a coleta e confirmação de dados, a preservação de indícios, a verificação inicial de danos causados à aeronave, ou pela aeronave, e o levantamento de outras informações necessárias ao processo de investigação".

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Ainda de acordo com a nota, "o CENIPA tem o objetivo de investigar as ocorrências aeronáuticas, de modo a prevenir que novos acidentes com características semelhantes ocorram.

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A conclusão das investigações terá o menor prazo possível, dependendo sempre da complexidade de cada ocorrência e, ainda, da necessidade de descobrir os possíveis fatores contribuintes".

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g1.globo.com/rs

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