Polícia Civil fiscaliza locais de maus tratos contra animais domésticos em Osório

Os agentes da Polícia Civil da delegacia de polícia de Osório realizaram, na tarde desta quinta-feira (24/07), juntamente com a médica veterinário do canil municipal - DEPA, a fiscalização de diversos locais supostamente envolvidos com a prática de crimes de maus tratos contra animais domésticos, em Osório.

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Além das fiscalizações, orientações e repressão, casinhas pets também foram entregues, para abrigar cães domésticos, construídas por apenados do presídio de Osório, em projeto também desenvolvido em conjunto com a Susepe.

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Segundo o delegado João Henrique Gomes de Almeida, responsável pelos expedientes da delegacia de Osório, a partir da criação do cartório ‘Amigo dos Animais’ diversas diligências fiscalizatórias e de inspeções estão sendo realizadas com maior frequência, visando inibir e reprimir a prática abusiva de maus tratos contra animais domésticos, em Osório.

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A ação que tem o apoio da médica veterinária do canil local, vinculada ao DEPA, teve êxito em fiscalizar 04 locais, sendo que na oportunidade nenhum animal doméstico, em situação de maus tratos, foi recolhido, após avaliação preliminar da médica veterinária.

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Alguns tutores foram identificados, orientados e notificados sobre a importância dos cuidados e as implicações penais. Em um dos locais, após avaliação preliminar, uma casinha pet foi entregue ao tutor, visando abrigar um cão doméstico, mediante termo de responsabilidade.

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Ainda segundo o delegado Gomes, a Lei 9.605/98 regula e tipifica as condutas criminosas contra a fauna e a flora, tendo penas que podem chegar a 05 anos de reclusão.

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Por fim, ressaltou que a comunidade pode apoiar na fabricação das “casinhas pets”, fornecendo materiais, os quais serão empregados pelos apenados para a construção das casinhas.

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O apoio e as denúncias da comunidade são relevantes para o enfrentamento das infrações penais locais e para a continuidade dos projetos.

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Ações dessa natureza serão continuamente realizadas, e a comunidade pode denunciar por meio do contato *51.999.120.456* (whatsapp).

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Denuncie, sigilo da fonte.

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Lucas Filho

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