Perfume marcante nos Campos Gaúcho, Cultivo da lavanda

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Cultivo da lavanda, tradicional em países como a Bulgária e a França e da qual se extrai óleo essencial para utilização da indústria, ganha força no Rio Grande do Sul e é atrativo para projetos voltados ao turismo rural.

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Todos os anos, durante o verão europeu, milhares de turistas de todas as partes do globo migram para a região de Provence-Alpes-Côte d’Azur na expectativa de ver de perto as plantações de lavanda que se tornaram tão emblemáticas da cultura francesa como sua indústria de perfumes.

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Quem, no entanto, não tiver a chance de conhecer os simétricos campos provençais ou as lavouras púrpura no coração da Bulgária – maior produtor mundial da flor –, poderá encontrar em propriedades situadas no Rio Grande do Sul cenários de encher os olhos. A maioria dos produtores está concentrada no município de Morro Reuter e seu entorno, mas a lavanda já floresce em grande volume em outros pontos no interior do Estado.

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A expansão é impulsionada principalmente pela perspectiva de comercialização do óleo extraído da planta, que também desponta como um elemento-chave do agroturismo.

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O extensionista da Emater/RS-Ascar Evandro Knob explica que a saga da lavanda em território gaúcho é recente. A produção em Morro Reuter ganhou força a partir de 2015, quando um programa municipal doou 12 mil mudas a oito famílias para incentivar o cultivo da flor-símbolo da cidade, até então limitado aos canteiros. “A partir daí, a gente foi tentando, errando, aprendendo.

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A cultura começou a se expandir e se estruturou a questão do produtor de mudas”, diz Knob. Na falta de literatura nacional sobre a planta de origem mediterrânea – a espécie que mais se adaptou ao solo e ao clima brasileiro tem o nome científico de Lavandula dentata –, a empresa de assistência técnica é a referência de potenciais agricultores em busca de orientações para iniciar o plantio, que não exige grandes extensões de terra. “Geralmente, a pessoa inicia com meio hectare, um hectare.

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O que motiva é a beleza da planta e (a possibilidade) de diversificação da propriedade”, afirma Knob.

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Hoje, em torno de 25 famílias cultivam lavanda no município, abrangendo um total de 20 hectares, segundo a prefeitura de Morro Reuter.

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O agricultor e pecuarista Alexandre Enzveiler se lançou na empreitada há três anos, após adquirir uma propriedade na localidade de São José, em 2019, e calcula já ter plantado em torno de 19 mil pés da planta. “Estamos ainda em fase de recuperação do solo.

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Nosso projeto é plantar três hectares, uma média de 30 mil mudas”, diz Enzveiler, que integra a diretoria da Associação dos Produtores de Lavanda de Morro Reuter e Região, criada no ano passado.

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Enzveiler iniciou a atividade há três anos e já plantou cerca de 19 mil pés /

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Foto: Andréa Schneider Enzveiler/Divulgação/CP

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Segundo o produtor, a venda do óleo de lavanda se tornou uma importante fonte de renda da propriedade.

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O produto é extraído por meio de uma máquina instalada na residência de outro membro da associação, que centraliza esse serviço para os interessados.

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Fornecido sob demanda de clientes, o item também é oferecido de forma fracionada em feiras regionais, em frascos de 10 ml. “Também já plantamos alecrim, para ver como vai se adaptar à propriedade e ter mais variedades de óleos para oferecer”, destaca Enzveiler.

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Embora até o momento não tenha firmado parcerias com agências de turismo, ele diz que o lavandário recebe visitantes, atraídos ao local pela “propaganda boca a boca”. A satisfação de trabalhar em meio às flores e ao aroma marcante da plantação (foto acima), garante o agricultor, compensa as particularidades do manejo da cultura.

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À medida que os arbustos crescem, o controle de plantas invasoras deve ser feito com capina manual. “Nos primeiros meses, a gente pode passar uma capinadeira motorizada. Depois, ela começa a ‘fechar’ o corredor, porque se planta em linhas retas, e a gente tem de usar enxada e arrancar o inço com a mão”, ensina Enzveiler.

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Em outubro do ano passado, a Festa Nacional da Lavanda atraiu mais de 40 mil turistas a Morro Reuter. O evento é realizado a cada dois anos, e os preparativos para a edição de 2024 já estão em andamento.

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“A lavanda alavancou o turismo e a produção de artesanato, gastronomia, arte. Potencializou não apenas as vendas desses itens como a participação em feiras, a divulgação, a marca do município para além da região”, destaca a prefeita do município, Carla Chamorro.

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O impacto positivo da cultura motivou a região a buscar o registro de indicação geográfica (IG) para a lavanda produzida no município e nos vizinhos Ivoti, Dois Irmãos, Sapiranga, Picada Café e Santa Maria do Herval.

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Concedido pelo Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (Inpi), o reconhecimento distingue produtos que apresentam qualidade única em razão de sua origem. A seleção de propostas de desenvolvimento de IGs ocorre por meio de editais lançados pela Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) do Ministério da Educação.

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A primeira etapa do processo envolve um diagnóstico do cultivo de lavandas na região e deve ser concluída até janeiro do próximo ano, explica o professor do Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS) Claudio Vinicius Farias, que coordena a iniciativa em conjunto com agricultores, a Emater/RS-Ascar e a prefeitura de Morro Reuter.

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“Essa fase do estudo é fazer todos os levantamentos, com relação ao método de cultivo, à questão histórica da produção. Sobretudo, o que importa para o Inpi é que a gente consiga comprovar que há notoriedade, que Morro Reuter é conhecido como uma região produtora de lavanda”, diz o professor.

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A partir dos dados já coletados, Farias acredita que a região possa pleitear tanto o certificado de indicação de procedência quanto o de denominação de origem, as duas categorias de IG concedidas pelo Inpi. “Independentemente do resultado, já estamos indicando (aos agricultores) a implementação de uma marca coletiva, que pode ser explorada para agregar valor aos produtos e também aos serviços, porque eles estão iniciando a exploração do turismo rural”, observa.

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Mudança de profissão para se dedicar às lavandas

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Ex- eletrotécnico de Garibaldi, depois de sofrer acidente de trabalho, desistiu da atividade para investir no cultivo da flor, que hoje ocupa dois hectares de terra em propriedade no município onde crescem 19 mil pés destinados à extração de óleo

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Projeto de Zimmer é criar estruturas no lavandário, como um bistrô, para que turistas possam passar o dia, participar da colheita da flor e da extração do óleo da planta, além de adquirir produtos derivados que estão sendo desenvolvidos em parceria com um laboratório / Foto: Marcos Zimmer/Divulgação/CP

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Após trabalhar duas décadas como eletrotécnico, Marcio Zimmer, de Garibaldi, na Serra Gaúcha, decidiu criar um lavandário com o objetivo de extrair óleo das flores e vender a produção a granel.

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O sonho já estava delineado no papel, com todas as despesas necessárias calculadas, quando, no início do ano passado, ele sofreu um acidente de trabalho que resultou em fraturas nos pés, costelas e ombro e exigiu seis meses de recuperação. “Ficou a pergunta no ar: será que é um sinal para eu largar minha profissão ou era para nem começar com as lavandas?

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E a gente acabou optando por encarar as lavandas”, recorda Zimmer. Para dar vida à lavoura perfumada, ele vendeu uma propriedade rural herdada dos pais e iniciou o plantio das lavandas em abril do ano passado em uma área cedida por seu sogro no bairro Garibaldina.

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O local concentra atualmente em torno de 19 mil pés da planta em dois hectares.

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A localização estratégica do sítio, inserido na rota do Vale dos Vinhedos, trouxe novas perspectivas de receita para a propriedade, que passou a ser procurada para a realização de eventos festivos, cursos e ensaios fotográficos no campo de lavandas. “A gente está muito próximo das cantinas, dos parreirais e acabou expandindo um pouco o negócio. Quando as lavandas começaram a florir, o pessoal começou a passar por aqui. Quem mais veio nos procurar foram os fotógrafos da região”, conta Zimmer. Ele e a esposa, Evandra, agora investem em melhorias para proporcionar uma experiência memorável aos interessados em conhecer o lavandário. Os planos incluem a construção de um jardim e um bistrô. “A ideia é fazer um espaço maravilhoso para o pessoal passar o dia, participar da colheita da lavanda, da extração do óleo. Isso tudo a gente está implementando devagarinho”, diz o agricultor.

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Em parceria com um laboratório, Zimmer também está desenvolvendo uma linha de produtos cosméticos com a marca Vale das Lavandas, para venda direta dentro da propriedade. Segundo o agricultor, os itens devem estar disponíveis para oferta ao público até janeiro do próximo ano. “Nossa infraestrutura ainda não estará pronta, mas a gente pretende começar a receber as pessoas, abrir na sexta, no sábado e no domingo. Choveu demais (nos últimos meses), optamos por podar as plantas, mas já se percebe a floração nova vinda”, destaca.

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Até o momento, Zimmer estima ter investido R$ 400 mil no projeto. Se o grande volume de massa verde necessário para a produção de óleo de lavanda pode desencorajar investidores mais cautelosos, o alto valor de mercado alcançado pelo produto promete compensar o esforço de cultivar uma planta não originária do Brasil. Segundo o agricultor, os preços do litro variam de R$ 800 a R$ 1,2 mil. “É bem trabalhoso. A gente achava que ia plantar lavanda, botar no destilador e ficar ricos. Não é bem assim, mas é gratificante”, afirma.

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Casal de Erechim pretende implantar turismo rural com foco nas flores

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Vanderlei e a esposa, Silvana, estão expandindo a plantação e planejam começar a produção de óleo de lavanda em sua propriedade a partir de setembro do ano que vem, para comercialização por meio da internet /

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Foto: Simone Gowaski / Divulgação/ CP

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Inspirados pelo sucesso da lavanda na região de Morro Reuter, Vanderlei Carlos e Silvana Regina Bertuol, de Erechim, no norte gaúcho, vislumbram um projeto de turismo rural centrado nas flores.

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Vanderlei, que trabalhou como bancário e também atuou na área de construção civil, encontrou no cultivo uma atividade para desenvolver após a aposentadoria e gerar renda na chácara de três hectares mantida pelo casal, a 10 quilômetros da cidade. A plantação começou a ganhar forma com 100 mudas e atualmente tem 2,5 mil pés, mas os agricultores querem expandi-la agregando em média mil novas plantas por ano.

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Segundo Vanderlei, a primeira poda das plantas deve ser feita em março de 2024. O casal quer investir na produção de óleo de lavanda dentro da propriedade e pretende adquirir uma máquina de extração. “A princípio, vamos comprar uma pequena, produzir o óleo aqui, embalar e vender via internet, pelas redes sociais. A ideia é já começar a produzir na poda de setembro.

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É um projeto inicial”, explica Vanderlei. Ele planeja visitar produtores do estado de São Paulo em busca de mais conhecimento para se especializar nesse tipo de cultivo. “Comecei uma nova atividade. É cheia de erros e acertos, mas é um aprendizado gratificante, um desafio novo que queremos fazer funcionar”, resume.

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Beleza descoberta na pandemia

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Advogada de Lagoa Vermelha começou cultivo da lavanda em 2020, apaixonou-se pela ideia e planeja incrementar a chácara onde semeia a flor com butique e casa de chá

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Irma Rech iniciou o plantio de flores como atividade alternativa durante o isolamento social imposto pela Covid-19 e hoje já soma 2,5 mil pés de lavanda em sua chácara às margens da BR-285 /

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Foto: Helmer Passos/ Divulgação/CP

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Quem também se rendeu à exuberância dos campos lilases foi a advogada Irma dos Passos Rech.

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Proprietária de uma chácara em Lagoa Vermelha, no nordeste do Estado, às margens da BR-285, ela conta que a ideia de cultivar flores surgiu como uma atividade alternativa para enfrentar o período de isolamento social imposto pela pandemia de Covid-19 em 2020.

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Na época, Irma procurou a Emater/RS-Ascar e se inscreveu no projeto Flores Para Todos, conduzido pela empresa de assistência técnica em parceria com a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) para diversificar a geração de renda em pequenas propriedades por meio da floricultura.

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O ponto de partida foi o plantio de gladíolos, e as lavandas vieram na sequência.

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“Através da Emater, descobri um fornecedor de Morro Reuter. Eu e meu marido fomos em dois carros, trouxemos os carros cheios de mudinhas. Comecei com 300 mudas e elas começaram a florir bem pequenininhas, então pensei em fazer um lavandário para visitação”, diz a advogada. Hoje, a plantação de Irma já soma 2,5 mil pés de lavanda e ocupa um hectare.

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O cultivo, observa ela, é baseado na adubação orgânica, sem aplicação de agroquímicos.

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A produção, ainda pequena, é vendida para decoração de festas e clientes que compram as flores in natura para extração de óleo e uso na elaboração de cosméticos. Neste ano, Irma também forneceu plantas a um laboratório especializado em flores desidratadas, muito utilizadas em ornamentação de interiores.

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As plantas vistosas atraem também confeiteiras locais, que as usam como ingrediente para dar um toque especial a biscoitos, doces e até pratos salgados – as folhas de lavanda, por exemplo, podem substituir o manjericão no preparo do tradicional molho pesto. “Eu mesma já fiz e é maravilhoso”, garante Irma.

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O lavandário já recebe visitantes em caráter informal. Animada com a demanda e o interesse pelas flores, Irma quer ampliar a lavoura e vem investindo, aos poucos, em melhorias na propriedade, como a implantação de açudes. O próximo passo será a construção de uma casa de chá e uma pequena butique que oferecerá produtos à base de lavanda, como sachês, cosméticos e alimentos. “No começo, foi só para o meu deleite, depois comecei a ver que dava para explorar o turismo rural”, diz.

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Estado testa novas variedades com características europeias

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Considerada uma planta perene, a lavanda tem um ciclo de vida de cerca de oito anos e pode ser explorada comercialmente por cinco anos, segundo o extensionista da Emater/RS-Ascar Evandro Knob.

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O arbusto deve ter pelo menos um ano de idade para que possa ser feita a primeira extração de óleo, retirado das flores, folhas e partes de galhos. Para cada litro do item, são necessários em média 300 quilos de massa verde, o que resulta em uma produção de 15 a 20 litros por colheita por hectare a cada poda – o corte das plantas é realizado duas vezes por ano.

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E é justamente o potencial para uma grande quantidade de matéria-prima vegetal que vem estimulando experimentos com novas variedades de lavanda, explica Knob. Atualmente, está em testes no Rio Grande do Sul o cultivo das espécies allardii e heterophylia. Segundo Knob, elas têm características semelhantes às das variedades europeias, que não demonstram bom desenvolvimento em solo brasileiro. “Essas duas cultivares crescem, se desenvolvem bem.

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Vamos fazer a primeira extração a partir do primeiro semestre do ano que vem e, a partir da análise dos óleos, vamos ter dados mais concretos”, afirma Knob.

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Flores para conservar as abelhas no inverno

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Agricultor de Morro Reuter que se dedica à lavanda há 35 anos é fornecedor de mudas, produz óleo derivado da planta e também mel, a partir de colmeias espalhadas em plantações por meio de parceria com outros produtores

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Heylmann desenvolveu plantio da lavanda em áreas em Morro Reuter e Picada Café e presta assessoria sobre técnicas de cultivo e formas de utilização da planta / Foto: Patrícia Svirtes/Divugação/CP

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Residente em Morro Reuter, Ernani Heylmann é um dos pioneiros no cultivo de lavandas no Rio Grande do Sul. Tudo começou há 35 anos, após uma passagem por São Paulo, na qual o agricultor, na época motorista de caminhão, adquiriu algumas mudas da planta no entreposto da Ceasa.

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esde então, Heylmann desenvolveu o cultivo de lavandas em duas propriedades no interior do município situado entre a Serra Gaúcha e a Região Metropolitana e na vizinha Picada Café.

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Focado na venda de mudas e na produção de óleo de lavanda, o agricultor, que recentemente passou a divulgar seu trabalho pelo Instagram, atende a pedidos de todo o país.

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Há três anos, conta, chegou a fornecer a um cafeicultor do Espírito Santo cerca de 12 mil plantas, transportadas até o Sudeste de caminhão. “Muitas vezes, quando é fora do Rio Grande do Sul, primeiro eu vou (até o cliente) de avião ou vou de carro para olhar a área, e aí eles fazem análise solo.

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Ela é muito fácil de crescer, mas, se não plantar certo, começa a entrar o fungo e, em dois, três meses, mata toda a plantação”, explica.Além de disponibilizar os vegetais, Heylmann oferece assessoria a quem deseja se aventurar no cultivo das flores. “Quando vendo a muda, ensino tudo o que se pode fazer com a lavanda, principalmente a flor”, afirma.

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Por trás da dedicação e do conhecimento acumulado sobre as flores – além da Lavandula dentata, espécie adaptada ao clima brasileiro, Heylmann cultiva em Morro Reuter variedades de lavanda francesa –, está uma forte consciência ecológica.

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Como florescem o ano todo, as lavandas são uma grande fonte de néctar para as abelhas melíferas, que ficam sem matéria-prima para produzir seu alimento no inverno. “Meu objetivo sempre foi plantar lavanda para as abelhas não morrerem no inverno”, enfatiza o agricultor.

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Dono de 60 caixas de insetos, ele mantém colmeias espalhadas em uma ampla área cultivada no município, por meio de parceria com outros produtores.

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Em 2020, segundo o agricultor, uma análise de pólen solicitada ao Laboratório de Apicultura do Departamento de Fitossanidade da Faculdade de Agronomia da UFRGS indicou a predominância de flores de lavanda na composição do mel produzido pelo agricultor. “É uma satisfação muito grande ter esse mel de lavanda”, diz.

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Correio do Povo

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