Morre um dos maiores galãs da televisão brasileira, o ator Francisco Cuoco, aos 91 anos.

Morre em São Paulo o ator Francisco Cuoco, aos 91 anos.

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Um dos maiores galãs da televisão brasileira estava internado há quase um mês no Hospital Albert Einstein

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A causa da morte não foi divulgada.

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Morreu nesta quinta-feira, 19 de junho, aos 91 anos, o ator Francisco Cuoco. Considerado um dos maiores galãs da história da televisão brasileira, junto com Tarcísio Meira e Tony Ramos, Cuoco estava internado há quase um mês no Hospital Albert Einstein, em São Paulo. Não foi informada a causa da morte.

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A irmã do ator, Grácia Cuoco, relatou que a saúde do galã havia se agravada por causa de uma infecção decorrente de um ferimento e que ele estava passando por internações sucessivas nos últimos anos.

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O ator paulista interpretou personagens simbólicos na teledramaturgia nacional. Foi visto com maior regularidade em novelas da Rede Globo nos anos 1970 a 1990. Entre as novelas em que atuou estão “Selva de Pedra” (1972), “Pecado Capital” (1975), “O Astro” (1977), “O Outro” (1987) e “O Salvador da Pátria (1989).

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O ator nasceu em São Paulo em 29 de novembro de 1933. Começou a trabalhar cedo, como feirante ao lado do pai. Nos anos 1950, começou a estudar na Escola de Arte Dramática (EAD) da USP, onde iniciou a trajetória nas artes cênicas.

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Ele estreou no teatro em peças do Teatro Brasileiro de Comédia e depois atuou pela companhia Teatro dos Sete, trabalhando com diretores como Alberto D'Aversa, Gianni Ratto, Fernando Torres e atores como Ítalo Rossi e Fernanda Montenegro, entre outros. Seu primeiro protagonista no teatro foi com o personagem Werneck, de “O Beijo no Asfalto”, de Nelson Rodrigues, em 1961, com direção de Fernando Torres. Em 1964 foi premiado pela Associação Paulista dos Críticos de Arte como melhor ator coadjuvante na peça “Boeing-boeing”

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O ator teve carreira mais recente no teatro em produções como “O Último Bolero” (2006) e “Electra” (2015). No cinema, ele atuou em produções dos Trapalhões como “Um Anjo Trapalhão” (2000) e “Didi – Caçador de Tesouros” (2006), além de filmes como “Cafundó” (2005) e “Real Beleza” (2015).

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Correio do Povo

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