Mais de 850 pessoas se registraram como doadores de órgãos em cartórios do Rio Grande do Sul

Neste sábado (27), o Brasil celebra o Dia Nacional da Doação de Órgãos, data instituída pelo Ministério da Saúde para conscientizar a população sobre a importância desse gesto de solidariedade que pode salvar vidas.

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De acordo com o órgão foram realizados mais de 30 mil transplantes em 2024 — números que tendem a crescer com o apoio da tecnologia notarial.

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Desde abril de 2024, os cidadãos podem manifestar e formalizar sua vontade de doar órgãos de forma simples, gratuita e 100% digital, por meio da Autorização Eletrônica de Doação de Órgãos (AEDO). No Rio Grande do Sul, a AEDO já soma mais de 850 solicitações emitidas.

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“A adesão à AEDO tem sido notável em todo o estado. A possibilidade de manifestar o desejo de ser doador de órgãos de forma totalmente eletrônica, diretamente pela plataforma e-Notariado, trouxe mais praticidade para a população. Essa inovação tecnológica está simplificando e incentivando um gesto tão nobre, que é o de salvar vidas. Com a AEDO, o processo fica mais acessível e ágil, fortalecendo nosso sistema e oferecendo mais esperança a quem aguarda na fila por um transplante. É um avanço significativo que humaniza e moderniza este ato de solidariedade”, destaca Rita Bervig, presidente do Colégio Notarial do Rio Grande do Sul (CNB/RS).

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Conforme a secretaria da Saúde do Estado, foram realizados 1.634 transplantes de órgãos no ano passado. O número representa um aumento de 5,6% em relação aos 1.546 transplantes do ano anterior.

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De acordo com a Central de Transplantes do Rio Grande do Sul, foram 26 transplantes de coração, 35 de pulmão, 134 de fígado, 557 de rim e 882 de córnea. Também foram realizados 1.504 transplantes de tecidos. Exceto pelo transplante de fígado (142), todos os números do ano passado superam os de 2023.

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Foram feitas ainda 780 notificações por morte encefálica, indicando possíveis doadores, com 194 doadores efetivos, nos quais foi possível a retirada de algum órgão. Embora tenham ficado abaixo dos registros de 2023, com 838 notificações e 285 doadores efetivos, o percentual de 24% das notificações que se tornam doações supera a média nacional, de 19%.

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O número de doadores efetivos também é praticamente igual ao de 2022 (197), superando, no entanto, 2021 (161) e 2020 (182). Já o número de notificações foi o segundo maior desde 2017, quando foram registadas 789 ocorrências.

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De acordo com o Ministério da Saúde, os transplantes mais realizados no País em 2024 foram o de rim (6.320 transplantes) e o de fígado (2.454), entre os sólidos, e o de córnea (17.107) e o de medula óssea (3.743) entre os líquidos.

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Como funciona

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Lançada pelo Colégio Notarial do Brasil – Conselho Federal (CNB/CF), em parceria com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Ministério da Saúde, o processo para se tornar doador é totalmente digital, realizado por meio da plataforma e-Notariado.

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O interessado acessa o site www.aedo.org.br, solicita gratuitamente um Certificado Digital Notarizado, realiza videoconferência com um tabelião de notas e assina eletronicamente o documento, escolhendo quais órgãos deseja doar.

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A AEDO passa a integrar automaticamente a Central Nacional de Doadores de Órgãos, podendo ser consultada por profissionais de saúde credenciados no Sistema Nacional de Transplantes.

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O documento pode ser revogado a qualquer momento pelo cidadão.

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O Brasil tem mais de 42 mil pessoas na fila por um transplante.

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osul.com.br

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