Mais de 600 pessoas são retiradas de casa na Região das Ilhas; Enchente supera a de setembro

Área mais afetada, Ilha da Pintada só podia ser acessada por grandes caminhões ou embarcações a motor

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A velocidade com que a água chegou às casas fez com que a enchente superasse a de setembro.Anselmo Cunha / Agencia RBS

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O cenário da Região das Ilhas, em Porto Alegre, era de estragos e mobilização na tarde desta segunda-feira (20) em decorrência da chuva do fim de semana.

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Até o começo da noite, 677 pessoas haviam sido retiradas de casa na localidade, segundo a Defesa Civil da Capital — o balanço mais recente foi divulgado por volta das 19h.

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A velocidade com que as águas do Guaíba chegaram às residências fez com que a atual enchente superasse a de setembro, antes considerada a maior dos últimos anos.

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Região mais afetada, a Ilha da Pintada só podia ser acessada por grandes caminhões ou embarcações a motor, devido ao grande volume de água e à força da correnteza. A área fica mais afastada da BR-290, ao contrário das demais ilhas, e para acessá-la é necessário passar pelo bairro Picada, em Eldorado do Sul, que também estava alagado.

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Com auxílio de caminhões do Exército e caminhonetes conduzidas por voluntários, moradores deixavam as casas já quase submersas. GZH acompanhou duas operações de resgate.

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Em cada uma das viagens, cerca de 10 pessoas eram carregadas nas caçambas. Muitas deleas estavam incrédulas e assustadas, dizendo nunca ter vivido algo parecido.

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— Nunca vi algo assim. Quando comprei a casa aqui, diziam que enchentezinha era só de molhar a pé. Eu estou muito nervosa. A minha casa, o primeiro andar, já ficou tomado. Ficou a geladeira boiando, virada — contou Sônia Marzona.

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Voluntários iam e voltavam diversas vezes para fazer o resgate de moradores. Entre eles estava o empresário Eduardo Veneroso, que usou o veículo que utiliza para fazer trilhas e já havia auxiliado a população em enchentes anteriores.

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— A gente já faz isso há um bocado de tempo, a gente percebe a necessidade das pessoas e vem por intuição. O pessoal da Defesa Civil acionou um amigo, que me acionou, e a gente veio — contou.

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As famílias afetadas estão sendo encaminhadas para o ginásio do Departamento Municipal de Habitação (Demhab), no bairro Santana. Segundo a Fundação de Assistência Social e Cidadania (Fasc), um balanço inicial apontava para 48 pessoas. O número, no entanto, deve ser maior.

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Em ilhas como do Pavão e das Flores, famílias preferiram montar barracas às margens da BR-290 para continuar vigiando as residências de longe.

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— A gente já perdeu quase tudo, tem que ficar de olho na casa. Tem que estar vigiando — afirma Valmir da Silva, morador da Ilha do Pavão.

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