Litoral Norte faz parte dos 200 anos de Imigração Alemã

Os primeiros imigrantes germânicos no Rio Grande do Sul desembarcaram em Porto Alegre em 18 de julho de 1824.

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No dia 25, 39 chegaram a São Leopoldo (que ainda pertencia à Capital), onde estabeleceriam a primeira colônia rural-militar do Brasil, já independente.

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Agricultores, artesãos e profissionais liberais construiriam ali os alicerces que definiriam o futuro de milhares de famílias gaúchas.

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Exatos dois séculos após a chegada dos pioneiros, diversas tradições seguem preservadas – o legado, portanto, permanece vivo.

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Os pioneiros vêm, sobretudo, da região do Reno. Para chegar, enfrentavam, em média, 300 dias de viagem.

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As primeiras levas traziam viúvos, no segundo ou terceiro casamento, com filhos e enteados (em média, sete a 10 filhos).Na Europa, enfrentavam miséria, em função das constantes guerras, do excedente populacional, da dificuldade de alimentação e da revolução industrial, que substituiu os artesãos, conforme os pesquisadores.

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No Brasil, os imigrantes recebiam 77 hectares de terra, sementes, animais e ferramentas para começar uma nova vida – os solteiros deveriam servir quatro anos no Exército.

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Aqui, também enfrentaram adversidades, como a língua e questões religiosas, até prosperar décadas depois e construir as edificações que conhecemos.

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A criação de colônias iniciou em São Leopoldo e vales próximos (a partir de 1824); Litoral Norte (1826); Litoral Sul (1850); Região Central (1840); e as regiões Norte e Oeste (depois dos anos 1870).

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No dia 17 de novembro de 1826, chegavam a Torres, no Litoral Norte, as últimas carretas com imigrantes para o estabelecimento da nova colônia alemã no Estado.

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A ideia era projeto de José Fernandes Pinheiro, o mesmo que havia criado a colônia alemã em São Leopoldo, em 1824.

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A intenção era criar um porto que facilitasse a ligação entre Porto Alegre e o Rio de Janeiro, então capital do Império.

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Além disso, por ali seria escoada a produção da colônia para o centro do país. Nomeado diretor do novo núcleo, o tenente-coronel Francisco de Paula Soares promoveu em junho de 1826 a seleção de algumas famílias radicadas em São Leopoldo e também de recém-chegadas, que ainda estavam na Capital.

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Ao todo, eram 421 pessoas (86 famílias e 64 solteiros). Depois de contratempos, no dia 1º de novembro daquele ano, embarcados em cinco iates, os colonos seguiram para o novo destino via Guaíba e Lagoa dos Patos.

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Chegaram à embocadura do Rio Capivari dois dias depois e dali seguiram viagem em 16 carretas de boi até a pequena localidade “das Torres”, onde as últimas carretas chegaram depois de mais de 15 dias de viagem.

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Enquanto aguardavam para receber os lotes de terra onde iriam trabalhar, em dezembro de 1826, receberam a visita do próprio imperador Dom Pedro I, que viajava com destino à Capital.

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O critério para a distribuição dos colonos foi o credo que professavam. Os 237 protestantes (luteranos e calvinistas) foram estabelecidos, em agosto de 1827, às margens do Rio Três Forquilhas, que deu nome à colônia: colônia alemã das Três Forquilhas (hoje, municípios de Três Forquilhas e Itati).

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Os lotes dos 184 católicos só foram liberados em 1828, ficando entre as lagoas do Morro do Forno e do Jacaré, dando origem à colônia de São Pedro de Alcântara (atualmente, Dom Pedro de Alcântara e Morrinhos do Sul).

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Para que o plano de Fernandes Pinheiro desse certo, assim como o que fora feito em São Leopoldo, os colonos receberam lotes de 77 hectares (220 metros x 3,5 quilômetros), ferramentas e animais, sementes (trigo, feijão, arroz e batata), subsídios e isenção de impostos por 10 anos.

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Para comemorar os 200 anos da Imigração Alemã no RS, o governo do Estado lançou uma programação especial para o Bicentenário da Imigração Alemã, que inclui concertos da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (Ospa), projeto de documentação da imigração.

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jplitoral.com.br

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