Incêndio volta a atingir algumas das regiões mais preservadas do Pantanal de Mato Grosso do Sul

Em 2024, o fogo já destruiu mais de 2,4 milhões de hectares no Pantanal, uma área maior que o estado de Sergipe.

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Um incêndio voltou a atingir algumas das regiões mais preservadas do Pantanal de Mato Grosso do Sul.

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A linha de fogo passa dos 20 km de extensão.

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Em outros pontos, a cortina de fumaça impressiona. Segundo o Ibama, o fogo na região da Barra do São Lourenço, no Pantanal de Mato Grosso do Sul, perto da divisa com Mato Grosso, teria começado com a queda de um raio.

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Brigadistas tentam conter o avanço das chamas. Nem sempre as equipes conseguem contar com apoio aéreo.

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"Quando a fumaça é muito intensa, a gente não consegue fazer o voo. Então, temos que retornar para a base, reportando a impossibilidade”, conta Vinícius Oliveira, comandante da aeronave.

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A falta de água no Pantanal deixa o problema ainda mais grave.

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O Rio Paraguai não teve cheia em 2024 e está no menor nível já registrado.

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Com pouca chuva, a planície está com a vegetação e o solo secos, e toda essa biomassa vira combustível para o fogo.

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O avanço das chamas ameaça a Serra do Amolar, uma das regiões mais preservadas do Pantanal.

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O combate ao fogo entre os morros, com quase mil metros de altura, é ainda mais desafiador.

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"A gente tem uma equipe ali próximo, com intervenção imediata para apagar esse fogo causado por raio. Nós estamos ali com quase 50 brigadistas no entorno da Serra do Amolar”, diz Márcio Yule, coordenador do Ibama Prevfogo MS.

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Em 2024, o fogo já destruiu mais de 2,4 milhões de hectares no Pantanal, uma área maior que o estado de Sergipe.

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g1.globo.com

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