Governo gaúcho alerta turistas e moradores do Litoral sobre a Gripe Aviária

Foram contabilizados 608 mamíferos aquáticos mortos por conta da influenza no Estado.

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Foto: Divulgação/Ministério da Agricultura e Pecuária

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O Rio Grande do Sul registrou, até este momento, mais de 600 mortes de animais marinhos em decorrência da gripe aviária.

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Conforme a Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Estado (Seapi), a Influenza aviária é atribuída a todos os animais encontrados mortos ou doentes.

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Neste momento, o vírus está circulando e alguns animais silvestres, como aves, leões e lobos-marinhos, podem aparecer doentes ou mortos nas praias gaúchas.

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A influenza aviária afeta principalmente aves, mas, além dos mamíferos aquáticos, pode ocasionalmente atingir cães, gatos e seres humanos que tenham contato direto com animais infectados. Até o momento não há contágio entre humanos e animais domésticos. Por isso, conforme o governo do Rio Grande do Sul, quem está no Litoral do Estado ou se dirigirá para as praias no feriado prolongado de 2 de novembro deve tomar algumas precauções.

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Recomendações

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não se aproxime ou tente socorrer animais feridos ou doentes;não se aproxime de animais mortos;evite circular com cães, gatos ou outros animais domésticos na beira da praia.

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Caso encontre animais mortos ou doentes nas praias, notifique os órgãos do Estado pelo WhatsApp ou as autoridades locais:

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Agricultura – (51) 98445-2033Meio Ambiente – (51) 98593-1288

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Os órgãos também alertam que não há risco no consumo de alimentos cozidos ou industrializados, como ovos e aves. Além disso, não há registro de influenza aviária em granjas avícolas, nem em criações de aves de subsistência no Estado.

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Atualmente, o Rio Grande do Sul tem quatro focos de influenza em aberto, registrados nos municípios de Rio Grande, Santa Vitória do Palmar e Torres (em mamíferos aquáticos) e em São José do Norte (em ave silvestre). Outro foco foi detectado em maio na Reserva do Taim, também em aves silvestres. Porém, foi encerrado após evidências epidemiológicas e colheitas negativas. Focos são áreas onde a gripe aviária é confirmada em um ou mais animais.

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O protocolo adotado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) é de que, no momento em que uma espécie apresenta laudo positivo para a gripe aviária, animais da mesma espécie encontrados doentes ou mortos devem ser tratados como casos positivos da enfermidade, sem necessidade de colheita de amostras e exame diagnóstico.

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Até o momento, as seguintes espécies tiveram laudo positivo para a gripe aviária em território gaúcho: cisne-de-pescoço-preto, trinta-réis-real, lobo-marinho e leão-marinho. Foram contabilizados 608 mamíferos aquáticos (leão-marinho e lobo-marinho) mortos por conta da influenza no Estado.

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“A secretaria já publicou nota técnica com orientações, mas é nosso dever disseminar ainda mais as informações e os cuidados que a população precisa ter ao avistar animais silvestres nas praias. Estamos realizando uma vigilância ativa, com visitas e educação sanitária, para evitar a disseminação em granjas”, afirma o diretor adjunto do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal da Seapi, Francisco Lopes.

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osul.com.br

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