Estudantes escrevem cartas solidárias e enviam com doações às vítimas: “querido Rio Grande do Sul”

Alunos entre 10 e 11 anos de uma escola municipal de Cubatão, em São Paulo, escreveram cartas de solidariedade às vítimas da tragédia do Rio Grande do Sul e as encaminharam junto à doações de mantimentos e roupas.

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Nos textos, as crianças enviaram palavras de incentivo e carinho aos afetados pelas enchentes. “Estamos de joelhos no chão, com fé”, escreveu uma delas.

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Estudantes do 5º ano A e B da Unidade Municipal de Ensino Jayme João Olcese se sensibilizaram com as notícias da tragédia que deixou mais de 170 mortos no Estado gaúcho. Eles elaboraram junto às professoras meios para diminuir a necessidade e dor das vítimas e, além dos mantimentos e cartas, produziram e venderam adesivos e artigos de crochê, revertendo o valor em doações.

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A professora Glaciele Pupo explicou que, apesar da situação de vulnerabilidade financeira de alguns desses estudantes, a falta de recursos não impediu o ato de solidariedade.

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“Alguns disseram: ‘Professora, não tenho alimentos para doar, pois na minha casa, inclusive, estão faltando, mas posso levar a cartinha'”, afirmou ela. “Eles têm certeza que, de alguma forma, podem contribuir para esse momento tão difícil e desafiador”.

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Os mantimentos e cartas foram entregues durante uma visita dos alunos ao ‘Teatro do Kaos’, que funciona como um ponto de arrecadações na cidade em dias de espetáculos.

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As doações serão enviadas ao Fundo Social de Solidariedade (FSS) do município, que vai encaminhá-las ao Rio Grande do Sul. O órgão já recebeu aproximadamente uma tonelada de alimentos, 15 mil litros de água e 10 mil peças roupas.

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Os textos trazem palavras de sensibilidade, ajuda e incentivo às vítimas. “Quem protege vocês não dorme”, escreveu uma estudante.

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“Vi a situação de vocês. Fiquei muito triste com o que está acontecendo e espero que melhore tudo aí”, pontuou outro aluno.

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“Vi a tragédia da enchente. Estou orando por vocês”, registrou uma aluna.

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Segundo a professora Stephanie Monteiro, seja na escrita ou confecção de itens para a venda, cada aluno “quis usar as próprias habilidades para um objetivo comum, ajudar o próximo”.

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A educadora se emocionou com a atitude. “Muitas crianças estavam dispostas a dividir o pouco que têm”, desabafou ela. “A educação precisa de humanidade para acontecer”.

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Já o diretor do Teatro do Kaos, Lourimar Vieira, afirmou ter segurado as lágrimas ao ver as cartas em meio às doações.

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“Deu um sentimento de tristeza por conta das vítimas e, ao mesmo tempo, alegria por saber que crianças estão preocupadas com seus semelhantes”.

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