Dia nublado ou fumaça de queimadas? Veja o que diz a meteorologia sobre o céu do Rio Grande do Sul

Fenômeno tem relação com os "rios voadores", correntes atmosféricas formadas por massas de ar carregadas de vapor. Nuvens de fumaça devem se intensificar até domingo (1º), quando começa a agir no Estado uma frente fria.

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O céu cinza desta quinta-feira (29) não está apenas relacionado ao dia nublado, sem sol.

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O fenômeno também tem a fumaça de incêndios florestais na Amazônia, no Pantanal e em países vizinhos, como Bolívia Paraguai, como explicação.

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O evento deve se intensificar nos próximos dias, pelo menos até domingo (1º). No final de semana, uma frente fria que agirá sobre o Estado deve dispersar a fumaça, conforme a meteorologista da Climatempo Alana Gabriele.

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De acordo com ela, o fenômeno tem relação com uma alteração no fluxo do vento atmosférico na altitude de 1,5 mil metros.

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Os chamados jatos de baixos níveis, conhecidos popularmente como "rios voadores", são correntes atmosféricas formadas por massas de ar carregadas de vapor, que podem ou não ter nuvens. Esses jatos são responsáveis por trazer as partículas de fumaça, piorando a qualidade do ar e causando a sensação de um céu acinzentado.

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— Ao longo da semana tem uma frente fria avançando sobre o Rio Grande do Sul, que ajuda a puxar ainda mais ventos em direção a ela. Isso vai facilitar com que essa fumaça se espalhe pelo Estado. Até essa frente fria avançar totalmente sobre o Estado e ir limpando a atmosfera, a fumaça vai ficar concentrada — explica Alana.

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Na próxima segunda-feira (2), uma nova onda de calor deve se intensificar no RS. Com isso, o tempo ficará mais seco, o que contribui com uma maior concentração de poluentes, segundo Alana. Por isso, é possível que as partículas de fumaça voltem a aparecer no céu.

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Evento volta a atingir RS

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Em anos anteriores, situações semelhantes foram registrados em decorrência de queimadas em outras regiões. Em 2020, o Rio Grande do Sul foi um dos lugares mais afetados pela fumaça das queimadas no Pantanal.

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Em 2022, áreas do noroeste e norte do Estado enfrentaram uma situação parecida, mas com fumaça proveniente dos incêndios causados pelo desmatamento na Amazônia.

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O fenômeno foi potencializado pelo número de focos de incêndio. Na Amazônia Legal, foram registrados, só em agosto, mais de 22 mil focos. Em comparação com o ano passado, por exemplo, o número era de 12 mil.

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