Delegado de Osório atualiza investigação sobre acidente que vitimou Mauren da Silva em entrevista à Jovem Pan

Em entrevista concedida à rádio Jovem Pan, o Delegado de Polícia Civil de Osório, João Henrique Gomes de Almeida, atualizou o andamento das investigações sobre o trágico acidente de trânsito ocorrido no último sábado (5), que vitimou a jovem Mauren da Silva.

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Durante a entrevista, o delegado explicou que o inquérito policial já foi instaurado e que diversas diligências estão em curso.

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O local do acidente e o veículo envolvido já passaram por perícia técnica, que será determinante para compreender a dinâmica do ocorrido e estabelecer as responsabilidades de cada envolvido.

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Segundo o delegado, o trabalho da polícia civil neste momento é reunir todos os elementos técnicos e legais para garantir a correta individualização das condutas de cada ocupante do carro, bem como a tipificação exata do crime.

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Ele confirmou que, inicialmente, trabalha-se com a hipótese de homicídio culposo, ou seja, sem intenção de matar, por parte do condutor do veículo — que já foi identificado e será interrogado nos próximos dias.

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No entanto, o delegado não descartou a possibilidade de homicídio por dolo eventual, caso fique comprovado que o motorista e os demais ocupantes haviam consumido bebida alcoólica e assumiram o risco de provocar o acidente fatal.

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“O fato de os ocupantes terem deixado o local sem prestar socorro à vítima configura uma agravante prevista no Código de Trânsito Brasileiro, o que pode aumentar a pena do crime”, explicou.

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O delegado disse compreender a indignação dos familiares e da população, mas destacou que a investigação está sendo conduzida com seriedade e responsabilidade.

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“Entendemos a dor e a revolta, mas é nosso dever respeitar os trâmites legais. Vivemos em um país com regras que devem ser respeitadas, inclusive para os investigados. A Polícia Civil está empenhada em apurar todos os detalhes e entregar ao Judiciário provas robustas que sustentem o indiciamento, caso os elementos confirmem isso. Se houver necessidade de medidas cautelares, como prisões preventivas, elas serão solicitadas”, garantiu.

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A investigação segue em andamento.

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Lucas Filho

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