Como cuidar de feridas e lesões: orientações para evitar complicações de saúde

Seja um corte ao preparar o jantar, uma queimadura na cozinha ou um arranhão no quintal, cuidar bem das feridas é essencial para evitar complicações.

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O que parece simples pode se transformar em um problema sério se medidas inadequadas forem adotadas, como o uso de receitas caseiras que, muitas vezes, agravam a situação em vez de ajudar.

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Como cuidar de feridas e lesões: orientações para evitar complicações de saúde

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Acidentes domésticos acontecem. Seja um corte ao preparar o jantar, uma queimadura na cozinha ou um arranhão no quintal, cuidar bem das feridas é essencial para evitar complicações.

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O que parece simples pode se transformar em um problema sério se medidas inadequadas forem adotadas, como o uso de receitas caseiras que, muitas vezes, agravam a situação em vez de ajudar.

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A professora Tatiane Lyma de Menezes, do curso Técnico de Enfermagem da Fundatec e especialista em feridas, explica que um dos erros mais comuns é recorrer a práticas caseiras: "Um exemplo disto são as queimaduras, onde são colocadas pasta de dente, casca de banana, que ao invés de tratar, contaminam a lesão e retardam a cicatrização", alerta.

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Em qualquer acidente, o primeiro passo é avaliar a gravidade da lesão. Saber identificar se é necessário procurar um atendimento especializado ou se é possível tratar em casa faz toda a diferença.

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Em casos leves, como pequenos cortes ou queimaduras superficiais, é possível realizar cuidados domiciliares com segurança. Segundo Tatiane, o ideal sempre é lavar com solução fisiológica.

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No entanto, sinais como calor local, vermelhidão e presença de secreção indicam infecção e requerem atenção.

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Nesse caso, ela ressalta que o uso de pomadas e antibióticos deve ser feito com orientação de um profissional.

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Pessoas com doenças crônicas, como diabetes, ou idosos, precisam redobrar os cuidados. Essas condições podem dificultar o processo de cicatrização: "Até mesmo a idade está diretamente relacionada à resposta metabólica no processo de cicatrização", explica Tatiane.

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O Brasil tem cerca de 16 milhões de pessoas vivendo com diabetes, o que coloca o país como o quarto no mundo em incidência da doença, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS).

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A enfermidade é a principal causa de amputações de membros em todo o mundo, em função de feridas que não cicatrizam adequadamente. Isto reforça a importância de cuidados específicos para evitar complicações graves, especialmente para os portadores da condição.

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Além disso, a alimentação desempenha um papel fundamental na recuperação. Segundo a especialista, a deficiência vitamínica, como vitamina A, C, proteínas, ferro, cálcio e zinco, retarda o processo de cicatrização. Ela aponta que manter uma dieta equilibrada é crucial para o bom funcionamento do organismo e uma recuperação mais rápida.

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Outro ponto importante é a escolha adequada de coberturas para proteger a ferida, que pode acelerar a cicatrização e prevenir infecções. Sempre que houver sinais mais graves, como febre, é essencial buscar atendimento médico. “Para evitar infecções graves, sempre orientar procurar atendimento médico e atentar para a presença de febre, além dos sintomas locais”, reforça Tatiane.

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Por fim, a professora destaca que evitar improvisos e priorizar cuidados corretos são medidas fundamentais para evitar complicações graves. “Uma ferida bem tratada não apenas cicatriza mais rápido, mas também reduz o risco de problemas de saúde que poderiam ser evitados com pequenas mudanças de hábito”, conclui.

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