Ciclone sobre o oceano na altura de Buenos Aires trará ventos fortes e chuva ao RS

Tempo já começa a mudar nesta segunda-feira no território gaúcho.

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A MetSul Meteorologia adverte para a formação de um ciclone extratropical, com o centro do fenômeno localizado entre o Rio da Prata e a província de Buenos Aires, na Argentina, na quarta-feira.

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Devido à proximidade, o Rio Grande do Sul terá uma semana com instabilidade, com chuva risco de ventos muito fortes.

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O processo de formação do ciclone (ciclogênese) terá início ainda sobre o continente, na terça-feira (19), com a baixa pressão centrada entre a Argentina e o Oeste do Uruguai.

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Posteriormente, o centro do ciclone extratropical estará entre o Rio da Prata e a província de Buenos Aires na quarta-feira (20), antes de avançar para o Oceano Atlântico, onde estará na quinta-feira (21).

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Tempo já muda na segunda no RS

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O tempo começa a mudar já nesta segunda-feira (18).

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Embora o sol apareça com nuvens no Rio Grande do Sul, a nebulosidade vai aumentar e, da tarde para a noite, o tempo se instabiliza com chuva e trovoadas em vários pontos do Oeste, Centro, Norte e Noroeste gaúcho.

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Na terça-feira (19), entre a madrugada e a manhã, a instabilidade atinge vários locais do estado e pode alcançar pontos do Sul e do Leste gaúcho.

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Nuvens muito carregadas devem se formar sobre o Oeste e o Nordeste da Argentina, e o período de maior risco de instabilidade forte começa da tarde para a noite da terça-feira.

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Uma corrente de jato em baixos níveis trará vento Norte com ar quente e tempo abafado para o Noroeste, Norte, Nordeste e Leste gaúcho.

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Uma linha de instabilidade associada à formação do ciclone se organizará e avançará da tarde para a noite da terça e na madrugada de quarta (20), de Oeste para Leste no Rio Grande do Sul.

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Instabilidade no RS não deve ser tão forte na comparação com final de julho

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O Rio Grande do Sul deve ser afetado por vento forte a muito forte, mas não se projeta que seja tão intenso na maioria dos locais quanto no ciclone do dia 28 de julho. Isso porque o sistema do fim de julho se formou na costa gaúcha, enquanto este ciclone estará sobre o oceano na altura de Buenos Aires.

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Haverá duas situações de vento distintas relacionadas ao ciclone e sua formação, além de vendavais isolados por tempestades.

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Na primeira, durante a terça-feira, podem ocorrer fortes rajadas de vento do quadrante Norte por conta de uma corrente de jato em baixos níveis, em distintas regiões do Rio Grande do Sul, Oeste de Santa Catarina e Oeste do Paraná.

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As rajadas devem ficar, em média, entre 50 km/h e 70 km/h, mas podem ser superior de forma isolada por topografia.

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Já a segunda situação de vento será consequência direta do ciclone. A quarta-feira será um dia bastante ventoso no Rio Grande do Sul, com rajadas de 50 km/h a 70 km/h na maioria das regiões, mas que podem ser superiores, de 70 km/h a 90 km/h, de forma localizada. Sobre o litoral e a Lagoa dos Patos, o vento deve ser mais forte.

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As rajadas no final da terça e durante a quarta-feira, especialmente até o começo da tarde, devem ficar entre 70 km/h e 90 km/h em vários pontos da faixa costeira, mas isoladamente podem ocorrer rajadas próximas e ao redor de 100 km/h.

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São velocidades de vento com potencial de derrubar árvores (sobretudo com solo saturado pela chuva), causar destelhamentos, colapso de estruturas, derrubar postes e gerar cortes de energia, embora com menor número de clientes afetados que no ciclone do fim de julho, que chegou a ter 400 mil desligamentos simultâneos na área da CEEE Equatorial.

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Outra diferença é que, ao contrário do ciclone do fim de julho, em que o vento muito forte se concentrou no Sul e no Leste do estado (concentrando os impactos na área de concessão da CEEE Equatorial), desta vez podem ocorrer rajadas de vento muito fortes no interior, afetando as operações da RGE.

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O vento deve gradualmente começar a diminuir, com rajadas mais esporádicas da tarde para a noite da quarta-feira. Na quinta-feira (21), o ciclone extratropical tende a se afastar rapidamente, então a perspectiva é de vento mais fraco e sem riscos.

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Correio do Povo

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