Cães com olhos perfurados e gatos com anemia: Veterinário é preso em criadouro clandestino de animais no RS

Animais estavam confinados em espaços pequenos, sem receber alimentação adequada, em meio ao acúmulo de fezes, urina e sujeira. Também foi identificada infestação de baratas.

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Um criadouro clandestino de animais foi descoberto em Novo Hamburgo, na Região Metropolitana de Porto Alegre, no sábado (19).

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No local, foram resgatados 61 animais que foram encontrados em situação de maus-tratos.

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O médico veterinário responsável pelo local foi preso em flagrante pela Patrulha Ambiental (Patram) da Brigada Militar.

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O advogado Omar Dupont, responsável pela defesa, declarou que não teve acesso aos documentos e, por isso, não vai se manifestar.

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O resgate ocorreu durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão feito por um oficial de Justiça, acompanhado pela Patram e por protetoras de animais. Segundo a polícia, os animais estavam em condições insalubres.

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Uma médica veterinária que acompanhou a operação emitiu um parecer técnico confirmando o estado de sofrimento e comprometimento do bem-estar dos animais, que tinham a omissão de cuidados básicos, além negligência e exposição a condições degradantes.

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Dos 61 animais resgatados, 45 foram cães das raças shih tzu, bulldog francês e spitz alemão, além de 16 gatos da raça persa. Entre os resgatados, estavam cadelas idosas prenhas, cães cegos e com olhos perfurados e gatos com anemia e desidratação.

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Conforme o relato de protetoras de animais que acompanharam o resgate, os animais estavam confinados em espaços pequenos, sem receber alimentação adequada, em meio ao acúmulo de fezes, urina e sujeira.

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No local, também foi identificada infestação de baratas.

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Foram apreendidos medicamentos veterinários vencidos, configurando, conforme a Patram, crime de irregularidade sanitária.

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Investigação

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O caso é investigado pela 2ª Delegacia de Polícia de Novo Hamburgo. A delegada Marina Goltz informou que o processo corre em segredo de justiça e, por isso, não pode se manifestar.

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Depois da ação, os animais ficaram sob responsabilidade da ONG Pata Santa, que os encaminhou para atendimento veterinário em uma clínica de Canoas, onde estão recebendo tratamento.

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A organização informou que "os cães e gatos apreendidos não estão liberados judicialmente para adoção".

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g1.globo.com/rs

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