Black Friday ou Black Fraude? Estes sites tiram a sua dúvida

O Procon também listou 78 sites que devem ser evitados para compras online.

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Foto: Agência Brasil

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Consumidores usam sites e aplicativos para comparar o preço de produtos durante todo o ano, e a busca dispara durante a Black Friday, tradicional dia de liquidações que atrai uma multidão de consumidores e que, nesta sexta-feira (23) terá sua edição 2023.

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Em meio as vantagens e desvantagens das promoções, saiba quais são os sites de comparação de preço recomendados pelos especialistas:

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– Buscapé;– Google Shopping;– Zoom;– Shopping Uol;– Compare TechTudo;– Bondfaro.

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De acordo com Marcelo Paganini, professor de marketing do curso de administração de empresas da ESPM, os comparadores de preço varrem a internet atrás de ofertas de vários produtos em diversos e-commerces e apresentam ao consumidor uma relação de acordo com o item pesquisado.

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Paganini salienta que as plataformas de comparação de preços utilizam inteligência artificial desde seus lançamentos. O objetivo é entender o que o varejista oferece, e qual item o comprador busca, por meio da aplicação de filtros e análise de dados.

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“O aprendizado é muito maior. Cada vez que você faz buscas nas ferramentas e os resultados são muito mais assertivos. A inteligência artificial é capaz de entender o perfil do consumidor de forma refinada”, afirma.

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Os comparadores de preço também apresentam registros passados. É o que ressalta Roberto Kanter, professor dos MBAs em gestão comercial da FGV. Os sites são construídos para apresentar uma percepção de preço ao consumidor, algumas delas até mesmo avisam quando o produto chega a faixa desejada, frisa Kanter.

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“Mais do que usar o site de pesquisa para comparar preços, as plataformas são excelentes para acompanhar a evolução e involução dos preços. Porém é sempre necessário prestar atenção aos cuidados para a Black Friday não se tornar uma Black Fraude”, alerta Roberto Kanter.

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Os especialistas sugerem atenção a grandes descontos incoerentes com a prática do mercado, considerar o preço da taxa de entrega, se certificar que o site e os métodos de pagamento são seguros e pesquisar as respostas dos varejistas em portais de reclamação.

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A Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) listou 78 sites que devem ser evitados para compras online. Destes, 13 ainda estão no ar. Os nomes fazem parte da seção Evite esses Sites, feita após procedimentos internos que envolvem a pesquisa e a tentativa de contato com as empresas reclamadas. O alerta chama atenção especialmente no período de promoções da Black Friday.

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A lista é composta por empresas que já tenham reclamações contra elas e se enquadrem nas condições de não responderem às notificações ou não resolverem os problemas dos consumidores. Quando essas situações são verificadas, o Procon-SP busca o CNPJ da empresa e faz várias tentativas de contato, por e-mail, telefone e outro canal que seja possível identificar. Só então o site passa a compor a seção.

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O Procon orienta que, antes de comprar, o consumidor verifique se o perfil ou o site possui reclamações. Um dos sinais de alerta é observar se a plataforma tem comentários de outros consumidores. Caso não tenha, é importante desconfiar. Preços baixos demais também podem ser uma armadilha. Outra dica é dar preferência a fornecedores que informem canais de atendimento, CNPJ e endereço físico.

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Também é importante ficar atento à forma como se chega ao fornecedor. Nesse sentido, o consumidor não deve clicar em links enviados por e-mail, WhatsApp ou mensagens, sem antes checar no canal oficial do fornecedor se aquela forma de contato está correta.

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