Black Friday: Conheça os golpes mais comuns aplicados na data

Consumidores devem estar atentos para não cair em golpes e transformar a expectativa de bons negócios em frustração.

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Foto: Reprodução

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Faltando menos de 10 dias para a Black Friday, que neste ano ocorre no dia 24 de novembro, consumidores devem estar atentos para não cair em golpes e transformar a expectativa de bons negócios em frustração.

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Diogo Sersante, especialista em prevenção a fraudes da Incognia, fez um levantamento dos principais golpes dados nesse dia. Segundo ele, não é indicado fornecer informações bancárias e documentos quando não há segurança de que o site ou plataforma é confiável. Também não é recomendado baixar aplicativos fora das lojas oficiais dos sistemas operacionais (App Store, Play Store, etc).

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“Essa prática é chamada de phishing, um tipo de fraude por engenharia social que se resume ao fraudador se passar por uma organização de confiança. Ele envia um e-mail ou SMS para o usuário, muitas vezes com links infectados por malwares, para enganar e fazer compartilhar informações sensíveis, como credenciais de acesso ou dados de cartões, ou infectar o dispositivo”, explica.

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De posse desses dados, afirma o especialista, os criminosos conseguem acessar as contas dos usuários e fazem compras usando informações pessoais e bancárias da vítima. Além das perdas financeiras, o processo ainda destrói a confiança do usuário na plataforma de comércio eletrônico.

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Golpe no Pix

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O Pix oferece mais facilidade nos pagamentos, mas também pode ser usado para golpes. Sersante sugere cadastrar as chaves apenas nos canais oficiais de instituições financeiras e não salvar dados diretamente em aplicativos ou plataformas de compras.

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“Além disso, fique atento a qualquer contato recebido se passando por instituição financeira e não forneça suas credenciais de acesso em nenhuma hipótese”, alerta.

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De acordo com ele, as empresas devem optar por soluções mais robustas e que não confiem somente em credenciais estáticas de acesso, como login e senha.

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“Recursos como o uso da localização para proteger os usuários legítimos, proporcionando autenticação dinâmica e contínua, para impedir as fraudes antes que elas ocorram, já são uma realidade que tornam o ecossistema ainda mais seguro”, enfatiza o especialista.

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Links falsos

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Alessandro Fontes, co-fundador da plataforma especializada em verificação de golpes Site Confiável, cita como principal ponto de atenção a falsa sensação de segurança que alguns sites podem passar ao consumidor apenas por possuir os prefixos “https” ou “ssl”.

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“Esse protocolo serve para criptografar os seus dados durante uma transação de informações, mas isso não é garantia nenhuma de segurança ou de confiabilidade. A maioria dos sites fraudulentos possuem o ‘hhtps’”, explica Fontes.

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Anúncios

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Também é importante redobrar a atenção para promoções divulgadas em anúncios.

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De acordo com o especialista, o principal canal para os criminosos chegarem às vítimas são os anúncios em buscadores e redes sociais. Por isso, a recomendação é pesquisar o anunciante a fundo para ter certeza que não se trata de um golpe antes de acessar, se cadastrar ou comprar qualquer produto.

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“Isso também vale para ofertas e produtos divulgados por influenciadores”, acrescenta.

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Use o cartão de crédito

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Fontes também alerta que o consumidor deve desconfiar de ofertas muito atraentes, e recomenda evitar pagamentos via Pix e boleto bancário.

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“Essas são excelentes alternativas para conseguir um bom desconto à vista, mas também são mais arriscados, pois não possuem mecanismos seguros para reversão do pagamento, caso seja identificado um golpe”, diz.

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“Já os cartões, além de possuírem tecnologias para identificar fraudes durante o pagamento, conseguem também fazer o estorno do pagamento nesses casos”.

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Além disso, Fontes alerta para compras em redes sociais.

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“Há muitos negócios sérios nas redes sociais, mas há também muitos golpes de criminosos que criam perfis, usando indevidamente fotos e/ou nomes parecidos de empresas que realmente existem, inclusive com depoimentos de falsos clientes para atrair as vítimas oferecendo produtos com preços bem abaixo do praticado”, conclui.

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osul.com.br

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