81% das mães solteiras já precisaram recorrer a algum tipo de trabalho informal para complementar a renda, revela pesquisa

• Pesquisa especial traça um diagnóstico sobre mães de acordo com as diferentes estruturas das famílias brasileiras.• 96% das viúvas brasileiras são protagonistas da sua própria vida financeira.• 81% das mães solteiras já tiveram de recorrer à algum tipo de trabalho informal para complementar a renda, especialmente trabalhos com limpeza (38%).• 90% das casadas ou em união estável entendem que equilibrar as tarefas domésticas e profissionais ainda é um desafio.• Mães divorciadas são as que mais relatam dificuldades em equilibrar a rotina profissional com os cuidados da casa e dos filhos

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Maio de 2025 – Para marcar as celebrações do Dia das Mães, a Serasa preparou um estudo especial que avalia a jornada financeira das mulheres de acordo com as diferentes estruturas familiares que hoje compõem a verdadeira família brasileira.

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A pesquisa, que ouviu 999 mães de todas as regiões do país, traz diferentes recortes e um ponto de convergência: em 2025, a responsabilidade orçamentária dos lares recai, majoritariamente, sobre as mulheres.

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Produzido em parceria com o Instituto Opinion Box, o diagnóstico revela que, independentemente da configuração, a maior parte das mães se sentem as protagonistas da própria vida financeira.

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O índice chega a 96% entre viúvas, 86% entre mães solteiras, 83% entre divorciadas e 80% entre casadas ou em união estável.

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“Em qualquer tipo de situação conjugal, as mães têm acumulado o peso das decisões financeiras e emocionais da família. Muitas vezes, sem preparo e com pouca rede de apoio”, afirma Patrícia Camillo, especialista em educação financeira da Serasa.

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Em contrapartida, mesmo com essa obrigação, apenas 3 em cada 10 mulheres com filhos se sentem preparadas para lidar com o dinheiro.

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Ao destrinchar, é possível perceber que os números são muito próximos entre os diferentes arranjos: viúvas (24%), divorciadas (40%), casadas/união estável (30%) e solteiras (30%). E, apesar dessa falta de conhecimento, 8 em cada 10 buscam aprender cada vez mais sobre o assunto.

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Valorização das mães em cada configuração

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Aos serem questionadas sobre a valorização de todo os esforços que possuem para cuidarem da família, as mães casadas ou em união estável são as que mais se sentem reconhecidas dentro de casa (74%). Em seguida, aparecem as viúvas (71%), divorciadas (70%) e, por último, as mães solteiras (65%).

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Além disso, equilibrar a rotina profissional com os cuidados da casa e dos filhos continua sendo um grande desafio para todas: 95% das divorciadas relatam dificuldades, assim como 92% das mães solteiras, 90% das casadas e 89% das viúvas.

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“Esse acúmulo de funções impacta diretamente na saúde mental e na qualidade das decisões financeiras. A falta de tempo, o cansaço e a sobrecarga emocional dificultam o planejamento e favorecem o endividamento”, complementa Patrícia.

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Busca de renda extra

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Diante desse cenário de múltiplas responsabilidades, as mulheres com filhos buscam alternativas para organizar as contas e adaptar o orçamento.

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Segundo a pesquisa, 81% das mães solteiras já precisaram recorrer a algum tipo de trabalho informal para complementar a renda. Entre as divorciadas, o índice é de 73%; entre casadas, 67%; e entre viúvas, 62%.

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Os tipos de trabalho variam de acordo com a estrutura familiar. As mães solteiras tendem a atuar no setor de limpezas (38%), enquanto as divorciadas e viúvas costumam oferecer cuidados a idosos (29% e 25%, respectivamente). Já entre as casadas, destaca-se a atuação como revendedoras de produtos (39%).

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Da mesma forma, a pesquisa também revela que as mães buscaram crédito no último ano. Lidar com despesas inesperadas, quitar dívidas de cartão de crédito e limpar o nome se destacam como os principais motivos mencionados.

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“Esse movimento demonstra não apenas a pressão do dia a dia, mas também o esforço contínuo em manter as contas em ordem”, afirma Patrícia. “De modo geral, as mães brasileiras se desdobram para garantir o bem-estar dos filhos e manter a casa funcionando, muitas vezes, até renunciando a si mesmas. Falar sobre isso é essencial para reconhecer esse esforço e, principalmente, para promover o acesso à educação financeira, que pode trazer mais autonomia, segurança e tranquilidade para essas mulheres.”

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www.serasa.com.br

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